Na Valsa da Vida
Editor:
Chiado Books, julho de 2015 ‧
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SINOPSE
A vida é um lago, um rio, um mar ou até um oceano. Mas só o é, quando o Homem conduz o seu projecto de vida com eficácia, como se se tratasse de um comandante de um qualquer couraçado aportado no cais da existência.
Viver é um ato pleno de felicidade, desde que saibamos preservar o mundo de intempéries que, à partida, são construções da nossa própria arquitectura.
Sabemos pela razão, que convive connosco sistematicamente, que a realização plena, passa por um conjunto de dados que deveremos equacionar, mas tendo como suporte o comboio de corda de que tanto nos fala Fernando Pessoa.
Muitas vezes, somos aquilo que os outros querem que sejamos, e não aquilo que preconizámos ser, por razões tão obtusas como ser baixo e querer ascender ao metro e oitenta mesmo sem sapatos de salto alto. Deveríamos, em consciência, perceber de uma vez para todas, que o Amor é um sentimento nobilíssimo à altura das regras que foram ditadas pelo Criador, aquando da feitura do universo. Se existem sóis e luas, mares e oceanos foi porque foram necessários, assim sendo ter-se-á que pensar que, se o Amor existe é porque lado a lado com ele, vive a comunidade, a partilha, a alegria, a solidariedade e a cedência. Dir-se-á que amar não é fruir um conjunto de equações e ligações a dois para serem esquecidas ao passar do primeiro vento. Contrariamente amar é ouvir sistematicamente aquela orquestra que o mundo convencionou de genial e perfeita. É crescer com os gritos do piano, com os soluços das guitarras e com o choro dos violinos. Por isso, é de todo impensável que o Mundo vá trazendo à vida - e em nome do amor - tantas crianças, que depois de verem um rasgo de sol são jogadas às sarjetas dos espaços mais mórbidos.
O que fazer, enquanto o Homem não amadurece?!
Convirá obriga-lo a reter a sua atitude, a escutar mestres capazes de os ajudar a ser gente harmónica e levá-los - lendo ou vendo - a parar para pensar. A vida é, tão só, uma linha curta, finita porque nenhum humano quererá ser o mais rico do mundo dos ecos surdos. Isto é loucura, mas dela vivem os amantes do vil metal dos números que fazem imóveis e leis.
Apetece pensar no estatuto da mulher de hoje… o que é feito dele?! Ainda existe?! Perdeu-se no tempo?!
Creio que nunca o mundo gritou, tão alto, que as crianças precisam de protecção e de amparo e que esses condimentos só podem ser cedidos com desvelo pelas mães deste mundo que solicitas são capazes de dizer adeus ao mundo, para os ver vingar.
Viver é um ato pleno de felicidade, desde que saibamos preservar o mundo de intempéries que, à partida, são construções da nossa própria arquitectura.
Sabemos pela razão, que convive connosco sistematicamente, que a realização plena, passa por um conjunto de dados que deveremos equacionar, mas tendo como suporte o comboio de corda de que tanto nos fala Fernando Pessoa.
Muitas vezes, somos aquilo que os outros querem que sejamos, e não aquilo que preconizámos ser, por razões tão obtusas como ser baixo e querer ascender ao metro e oitenta mesmo sem sapatos de salto alto. Deveríamos, em consciência, perceber de uma vez para todas, que o Amor é um sentimento nobilíssimo à altura das regras que foram ditadas pelo Criador, aquando da feitura do universo. Se existem sóis e luas, mares e oceanos foi porque foram necessários, assim sendo ter-se-á que pensar que, se o Amor existe é porque lado a lado com ele, vive a comunidade, a partilha, a alegria, a solidariedade e a cedência. Dir-se-á que amar não é fruir um conjunto de equações e ligações a dois para serem esquecidas ao passar do primeiro vento. Contrariamente amar é ouvir sistematicamente aquela orquestra que o mundo convencionou de genial e perfeita. É crescer com os gritos do piano, com os soluços das guitarras e com o choro dos violinos. Por isso, é de todo impensável que o Mundo vá trazendo à vida - e em nome do amor - tantas crianças, que depois de verem um rasgo de sol são jogadas às sarjetas dos espaços mais mórbidos.
O que fazer, enquanto o Homem não amadurece?!
Convirá obriga-lo a reter a sua atitude, a escutar mestres capazes de os ajudar a ser gente harmónica e levá-los - lendo ou vendo - a parar para pensar. A vida é, tão só, uma linha curta, finita porque nenhum humano quererá ser o mais rico do mundo dos ecos surdos. Isto é loucura, mas dela vivem os amantes do vil metal dos números que fazem imóveis e leis.
Apetece pensar no estatuto da mulher de hoje… o que é feito dele?! Ainda existe?! Perdeu-se no tempo?!
Creio que nunca o mundo gritou, tão alto, que as crianças precisam de protecção e de amparo e que esses condimentos só podem ser cedidos com desvelo pelas mães deste mundo que solicitas são capazes de dizer adeus ao mundo, para os ver vingar.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895138272 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | julho de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 141 x 215 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 204 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789895138272 |