Na Estranha Casa de um Outro

de Rita Taborda Duarte
Editor: Edições Asa, março de 2006 ‧
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Após o seu bem recebido livro de estreia, Poética Breve, e de uma feliz incursão pela ficção juvenil, A Verdadeira História da Alice, que lhe valeu o Prémio Branquinho da Fonseca, Rita Taborda Duarte regressa agora à poesia com Na Estranha Casa de Um Outro, um livro plenamente conseguido, quer pela qualidade dos poemas, quer pela meticulosa organização do conjunto. A obra apresenta-se como “um esboço de biografia poética” e é, de facto, isso que nos propõe: uma espécie de visita guiada a uma vida, com apeadeiros em alguns núcleos principais: encontros, desencontros, amores, a gravidez, os pais, as despedidas, algumas memórias, mas também a evocação dos poetas mais marcantes: Carlos de Oliveira, Luís Miguel Nava, Luiza Neto Jorge, Fiama Hasse Pais Brandão, Sophia, Paul Veléry, ou José Gomes Ferreira, homenageado na sequência poemas do eléctrico. O livro abre e fecha com dois breves ciclos de poemas narrativos, uma arte para a qual a autora já revelara talento em Poética Breve.

Na Estranha Casa de um Outro

de Rita Taborda Duarte

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724143767
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: março de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 230 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 94
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pequeno Formato
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789724143767
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Rita Taborda Duarte

Rita Taborda Duarte nasceu a 26 de abril de 1973, portanto nasceu em ditadura, mas cresceu em liberdade. Em 2003, venceu o prémio Branquinho da Fonseca Expresso/Gulbenkian, com o seu primeiro livro para a infância, A Verdadeira História da Alice, e desde esse dia passa o tempo a escrever para crianças (e também para adultos). Certo dia, numa escola, um menino perguntou-lhe se gostava de ser uma escritora infantil. A partir daí, assumiu o epíteto de escritora (um bocado) infantil e nunca mais deixou de brincar com as palavras, sempre com os pés bem assentes na lua.

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