Museus, Públicos e Literacia Científico-Tecnológica
Redes de comunicação de Significados no Espaço Interdimensional do Museu
Editor:
Edições Colibri, dezembro de 2012 ‧
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SINOPSE
Os museus fazem parte da nossa vida diária. Nunca tanto como hoje se falou e participou em eventos culturais, dentro das rotinas dos nossos lazeres. De facto, lazer e saber articulam-se entre si e dialogam com as nossas vidas profissionais e com as práticas de cidadania da contemporaneidade. Assim sendo, esta obra colectiva, assinada por diversos especialistas nas matérias tratadas, pretende facultar alguns materiais para o entendimento e aplicação, ao nosso quotidiano, da cultura científica percebida enquanto parte das nossas identidade e diferença Portuguesas.
Especificamente, procura-se lançar para a mesa algumas questões e desassossegos apoiados em reflexões históricas, semióticas e sociológicas, articuladas com a prática da museologia. Por exemplo, a Sociologia Reticular Interdimensional significa um estilo de fazer Sociologia através da organização de diversas redes sociais e históricas circulantes no museu, no seio das suas dimensões societais, como a economia, a política e a cultura.
Nesta perspectiva, foi realizado um estudo de terreno junto dos públicos de exposições sobre temas de Ciência, como os dinossáurios, ocorridas no Museu Nacional de História Natural e na Torre Vasco da Gama, em Lisboa.
Um tal estudo empírico aplica e desenvolve um diálogo inédito entre ideias ainda pouco discuti das nos Museum Studies, como a musealização, a museabilidade, a comunicação pública da Ciência, a compreensão pública da Ciência, os modos de literacia, as formações formal, semi-formal e informal, os museus virtuais, etc.
Em suma, a questão transversal que perpassa neste estudo é a seguinte: como traduzir o saber do cientista em conhecimento útil para informar e formar os cidadãos Portugueses, em termos de uma cidadania cultural dialógica?
Especificamente, procura-se lançar para a mesa algumas questões e desassossegos apoiados em reflexões históricas, semióticas e sociológicas, articuladas com a prática da museologia. Por exemplo, a Sociologia Reticular Interdimensional significa um estilo de fazer Sociologia através da organização de diversas redes sociais e históricas circulantes no museu, no seio das suas dimensões societais, como a economia, a política e a cultura.
Nesta perspectiva, foi realizado um estudo de terreno junto dos públicos de exposições sobre temas de Ciência, como os dinossáurios, ocorridas no Museu Nacional de História Natural e na Torre Vasco da Gama, em Lisboa.
Um tal estudo empírico aplica e desenvolve um diálogo inédito entre ideias ainda pouco discuti das nos Museum Studies, como a musealização, a museabilidade, a comunicação pública da Ciência, a compreensão pública da Ciência, os modos de literacia, as formações formal, semi-formal e informal, os museus virtuais, etc.
Em suma, a questão transversal que perpassa neste estudo é a seguinte: como traduzir o saber do cientista em conhecimento útil para informar e formar os cidadãos Portugueses, em termos de uma cidadania cultural dialógica?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896890551 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 229 x 18 mm |
| Páginas: | 330 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789896890551 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Para chegar à museologia
Micael Sousa
Apesar da ora ser dedicada ao tema dos museus científicos e de tecnologia, em alguns dos seus capítulos é possível chegar ao tema geral também da museologia.
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