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Muros De Troya Playas De Itaca

de Jacqueline De Romilly
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, abril de 2022 ‧
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«Una intelectual rigurosa y brillante, una escritora comprometida con la tradición clásica actual; es decir, una humanista auténtica, en el mejor sentido del término, algo ya muy poco frecuente».á Carlos García Gual, El PaísResult a indiscutible que la literatura occidental hunde sus raíces en la Ilíada y la Odisea, atribuidas tradicionalmente a un misterioso autor originario de Asia Menor. Pero ¿quién compuso realmente los dos poemas homéricos? ¿Cuál era el mundo en el que convivían sus dioses y sus héroes? ¿Qué visión nos ofrecen de las primeras etapas de la civilización? Desde el primer momento, estas dos epopeyas suscitaron una admiración unánime y sirvieron como alimento y modelo a los poetas líricos, a los trágicos, a los historiadores... Sentaron además las bases para la cultura y la educación en toda Grecia, y sus personajes ?Aquiles y Patroclo, Héctor y Andrómaca, Ulises y Penélope? han llegado intactos hasta nuestros días, convirtiéndose también para nosotros en seres familiares. En Muros de Troya, playas de Ítaca, Jacqueline de Romilly, la gran dama de los estudios clásicos franceses, examina el lugar esencial que ocupa el corpus de Homero en nuestra historia, analizando los interrogantes de su génesis ?objeto inagotable de audaces conjeturas y meticulosas investigaciones filológicas?, así como los motivos del placer constantemente renovado que ofrecen unas obras que siguen cautivando a cuantos lectores se acercan a ellas.

Muros De Troya Playas De Itaca

de Jacqueline De Romilly

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419207425
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: abril de 2022
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 164
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788419207425

SOBRE O AUTOR

Jacqueline De Romilly

Jacqueline De Romilly nasceu em Chartres, em 1913, filha de Maxime David, professor de Filosofia, e de Jeanne Malvoisin. Casou-se em 1940 com Michel Worms de Romilly. Estudou em Paris no liceu Molière, onde foi laureada no concurso geral no primeiro ano em que as mulheres puderam concorrer, no liceu Louis-le-Grand, na l’École normale supérieure e, finalmente, na Sorbonne. Doutorada em Letras e professora agregada de Letras, deu aulas em vários liceus, tendo mais tarde leccionado Língua e Literatura Gregas nas universidades de Lille (1949-1957) e na Sorbonne (1957-1973), antes de ser nomeada professora no Collège de France em 1973, a primeira mulher a conseguir tal distinção, para a cadeira «A Grécia e a formação do pensamento moral e político». Desde o início que Romilly se dedicou à literatura grega clássica, ensinando e escrevendo, fosse sobre os autores do período clássico (como Tucídides, sobre quem fez a sua tese de doutoramento, e os tragediógrafos) ou sobre a história das ideias e da análise progressiva do pensamento grego (a lei, a democracia, a bondade, e até o ensino). Alguns dos seus livros resultam deste quadro académico e humanista. Depois de ter sido a primeira mulher a leccionar no Collège de France, Jacqueline de Romilly foi a primeira mulher membro da Académie des inscriptions et belles-lettres (1975), à qual viria a presidir no ano de 1987. Foi também membro correspondente ou estrangeiro de diversas academias, como a da Dinamarca, a Academia Britânica, a de Viena, de Atenas, a Academia da Baviera, a holandesa, a Academia de Nápoles, de Turim, Génova, a Academia Americana de Artes e Ciências, bem como de diversas Academias provinciais e Doutora honoris causa das universidades de Oxford, Atenas, Dublin, Heidelberg, Montréal e Yale. Foi distinguida pelo Estado austríaco com a condecoração para a Ciência e as Artes e recebeu diversos prémios, entre eles o Prémio Ambatiélos, da Académie des inscriptions et belles-lettres (1948), o Prémio Croiset, do Institut de France (1969), o Prémio Langlois, da Académie française (1974), o Grande Prémio da Academia, atribuído pela Académie française (1984), o Prémio Onassis (Atenas, 1995), entre diversos outros prémios gregos, dos quais se destaca o Prémio do Parlamento Grego em 2008, país de que obteve a nacionalidade em 1995. Jacqueline de Romilly faleceu a 18 de Dezembro de 2010, com 97 anos.

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