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El Tesoro De Los Saberes Olvidados

de Jacqueline De Romilly
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, maio de 2026 ‧
20,33€
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«El tesoro de los saberes olvidados es una combativa, meditada y clara defensa de la educación y la literatura. Un texto apasionado, claro, vivaz, muestra del mejor humanismo posible en nuestros días».áCARLOS GARCÍA GUALTodo comienza con pequeñas anécdotas muy sencillas tomadas de la vida cotidiana, momentos que demuestran que nuestra memoria retiene los recuerdos mejor de lo que creemos. Algunas veces, pueden volver a la mente gracias a asociaciones complejas e imprevistas. Otras veces podemos llegar a reconocer, ante una sugerencia, lo que creíamos ignorar. Frente a la crítica tan frecuente del sistema educativo y su tendencia a enseñar con objetivos cortoplacistas, este sagaz ensayo defiende que entre un saber preciso y el olvido total hay muchos grados, y que nuestros recuerdos pueden ser parciales, borrosos o inciertos, pero de algún modo siguen presentes. A través de estas reflexiones, fruto de toda una vida dedicada a la enseñanza de las humanidades, la autora penetra en ese precioso acervo de nuestra mente, extrayendo conclusiones de un alcance tan inesperado que sacudirán muchos conformismos modernos.A través del legado de los más destacados autores del mundo clásico y de las letras francesas, Jaqueline de Romilly ?una de esos excepcionales helenistas que, además de eruditos, han sido grandes profesores de humanismo, verdaderos maîtres à penser? nos ofrece una reveladora mirada sobre el poder de la memoria y la transmisión del conocimiento.

El Tesoro De Los Saberes Olvidados

de Jacqueline De Romilly

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387688981
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9791387688981

SOBRE O AUTOR

Jacqueline De Romilly

Jacqueline De Romilly nasceu em Chartres, em 1913, filha de Maxime David, professor de Filosofia, e de Jeanne Malvoisin. Casou-se em 1940 com Michel Worms de Romilly. Estudou em Paris no liceu Molière, onde foi laureada no concurso geral no primeiro ano em que as mulheres puderam concorrer, no liceu Louis-le-Grand, na l’École normale supérieure e, finalmente, na Sorbonne. Doutorada em Letras e professora agregada de Letras, deu aulas em vários liceus, tendo mais tarde leccionado Língua e Literatura Gregas nas universidades de Lille (1949-1957) e na Sorbonne (1957-1973), antes de ser nomeada professora no Collège de France em 1973, a primeira mulher a conseguir tal distinção, para a cadeira «A Grécia e a formação do pensamento moral e político». Desde o início que Romilly se dedicou à literatura grega clássica, ensinando e escrevendo, fosse sobre os autores do período clássico (como Tucídides, sobre quem fez a sua tese de doutoramento, e os tragediógrafos) ou sobre a história das ideias e da análise progressiva do pensamento grego (a lei, a democracia, a bondade, e até o ensino). Alguns dos seus livros resultam deste quadro académico e humanista. Depois de ter sido a primeira mulher a leccionar no Collège de France, Jacqueline de Romilly foi a primeira mulher membro da Académie des inscriptions et belles-lettres (1975), à qual viria a presidir no ano de 1987. Foi também membro correspondente ou estrangeiro de diversas academias, como a da Dinamarca, a Academia Britânica, a de Viena, de Atenas, a Academia da Baviera, a holandesa, a Academia de Nápoles, de Turim, Génova, a Academia Americana de Artes e Ciências, bem como de diversas Academias provinciais e Doutora honoris causa das universidades de Oxford, Atenas, Dublin, Heidelberg, Montréal e Yale. Foi distinguida pelo Estado austríaco com a condecoração para a Ciência e as Artes e recebeu diversos prémios, entre eles o Prémio Ambatiélos, da Académie des inscriptions et belles-lettres (1948), o Prémio Croiset, do Institut de France (1969), o Prémio Langlois, da Académie française (1974), o Grande Prémio da Academia, atribuído pela Académie française (1984), o Prémio Onassis (Atenas, 1995), entre diversos outros prémios gregos, dos quais se destaca o Prémio do Parlamento Grego em 2008, país de que obteve a nacionalidade em 1995. Jacqueline de Romilly faleceu a 18 de Dezembro de 2010, com 97 anos.

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