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Mulheres

de Eduardo Galeano
Editor: Antígona, novembro de 2017 ‧
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Obra sobre o fulgor de figuras femininas movidas por causas, Mulheres reúne alguns dos momentos mais felizes da escrita de Eduardo Galeano, que sempre esquadrinhou o mundo para celebrar a dignidade do ser humano.

Das revolucionárias mexicanas às que lutaram na Comuna de Paris, de Joana d’Arc, Frida Kahlo e Mae West às mães da Praça de Maio, sucedem-se nesta galeria mulheres corajosas, míticas e de carne e osso, gestos de feliz insubmissão no feminino e vidas tantas vezes invisíveis e silenciadas.

Entre reflexões, fábulas e relatos inspiradores, cruzando países e eras, Eduardo Galeano oferece-nos nestas páginas almas que nunca se resignaram.

Mulheres

de Eduardo Galeano

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726083092
Editor: Antígona
Data de Lançamento: novembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 216 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Estória
EAN: 9789726083092

Uma Celebração do Feminino

AL

Na sua voz inigualável, Eduardo Galeano celebra, nesta maravilhosa coletânea, várias mulheres, tanto anónimas como afamadas, que, na sua individualidade e coletividade, fizeram a diferença.

Mulheres

José C.

Contos de mulheres (reais ou imaginários) que nunca desistiram - algumas mundialmente conhecidas ou outras mundialmente anónimas mas todos contribuindo pela luta pelos seus direitos e para diminuir as desiguldades. Aconselho

Espetacular

Ab

Um livro de pequenos contos ao jeito de Galeano, onde o tema central é a mulher. Mulheres revolucionárias, mulheres mães, mulheres mundo. Aconselho vivamente.

Soberbo!

Joana Pinto

Galeano traz-nos histórias fabulosas sobre mulheres ora reais, ora mitológicas, que deixaram a sua marca por onde passaram. Leitura obrigatória para qualquer pessoa, "devorando" o livro de uma ponta à outra em pouquíssimo tempo de tão bom que é!

Grandes Textos Pequenos

Emílio Miranda

Sintéticos, os textos de Galeano são textos repletos de significados. Um autor que conhece como ninguém a natureza feminina e que, na sua escrita, alia o melhor da prosa ao melhor da poesia. Literatura bebida a pequenos goles, como quem aprecia o melhor elixir. Quem ler este vai querer ler os restantes do autor.

SOBRE O AUTOR

Eduardo Galeano

Eduardo Galeano (1940-2015) – «inimigo da mentira e da indiferença», segundo John Berger – notabilizou-se como um dos mais apaixonados ativistas e escritores latino-americanos. Nos cafés de Montevideu, despertou para o «arco-íris da humanidade», para o colorido das gentes e dos pequenos gestos, e aprendeu a escutar a dignidade das vozes das ruas. Com um percurso intensamente político, Eduardo Galeano foi, nos anos 60, editor do mítico Marcha, principal jornal de esquerda uruguaio, e, se sonhara ser jogador de futebol em criança, cedo se tornou um ponta-de-lança dos oprimidos e dos sem-voz, fintando o silêncio a que estavam condenados. A publicação de Veias Abertas condenou o autor à prisão e forçou-o ao exílio na Argentina, onde esteve nas listas dos esquadrões da morte, e em Espanha. A sua voz alimentou o fogo de movimentos contestatários, ecoou entre o nevoeiro do Chiapas, em 1996, e entre os indignados de Madrid, em 2011. Na sua obra premiada, alheia a géneros, destacam-se a trilogia Memória do Fogo (1982-86), O Livro dos Abraços (1989), As Palavras Andantes (1993), Espelhos (2008) e Mulheres (2015).

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