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Mondo E Outras Historias (Gallego)

de J. M. G. Le Clézio
idioma: espanhol, galego
Editor: Edicións Xerais, dezembro de 2008 ‧
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En Mondo e outras historias, protagonistas de nomes exóticos (Mondo, Lullaby, Alia, Daniel Sindbadà), rapazas e rapaces que arelan experimentar toda caste de sensacións, descobren as súas propias fantasías grazas a viaxes que realizan a poder de imaxinación. Suxeridoras viaxes que nos levan a Barasali, Dahlar Kebir ou Hazaran, onde a luz, a cor, o sol, rexen as súas vidas que precisan saír ó mar, botárense ó mundo á procura dos seus soños. Son adolescentes, cos seus problemas, que procuran a natureza como elemento liberador. Segundo os seus tradutores galegos, Raquel Villanueva e Valentín Arias, os textos de Le Clézio posúen un ' ' raro poder ' ' , o don poético de abolir as fronteiras, todas as fronteiras, as que separan ao home das cousas, as que separan as cousas entre si, e tamén as fronteiras do home dividido, separado en compartimentos estancos no seu propio existir. ' ' Este escritor, tan nostálxico ás veces, representa a vida de hoxe, lamenta a destrución da natureza, a proliferación das cidades de cemento e a tiranía da civilización mecánica na que todos estamos inmersos. ' ' Para concluír, ' ' a lectura fácil de Le Clézio preséntase baixo un modelo de ciencia-ficción na que a procesión de visións nos deixa un camiño aberto para unha filosofía-ficción ' ' .

Mondo E Outras Historias (Gallego)

de J. M. G. Le Clézio

Propriedade Descrição
ISBN: 9788497829434
Editor: Edicións Xerais
Data de Lançamento: dezembro de 2008
Idioma: Espanhol, Galego
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Contos
EAN: 9788497829434

SOBRE O AUTOR

J. M. G. Le Clézio

NOBEL DA LITERATURA 2008

Escritor e ensaísta francês, Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em 1940, em Nice, sendo originário de uma família com ascendência inglesa e bretã. Viveu ainda nas Ilhas Maurícias, algo que o levou a ganhar o gosto pelas viagens e pelo conhecimento de novos mundos. Aos 23 anos, depois de se ter licenciado em Letras, em Aix-en-Provence, Le Clézio lançou o seu romance de estreia, Le Procès-Verbal, com o qual ganharia, em 1963, o Prémio Renaudot, um dos mais importantes galardões literários do seu país. Em 1980 Jean-Marie Le Clézio recebeu, em França, o prémio Paul Morand para distinguir o conjunto da sua carreira literária. Nesse ano havia lançado aquela que foi considerada a sua melhor obra, o romance Désert, a epopeia de um jovem descendente de tuaregues. Entre as suas restantes obras destacam-se Fièvre, uma coletânea de contos, e os romances Le Déluge, La Quarantaine e Poisson d'Or. A sua obra está pejada de personagens obcecadas pela morte. O escritor coloca o ser humano a enfrentar diversas experiências que lhe proporcionam viver variados tipos de aventuras interiores. Désert aborda uma das grandes preocupações de Le Clézio, as condições de vida dos povos nómadas ameaçados de extinção, assunto que desenvolveu em diversos ensaios. Entre os povos sobre os quais escreveu, e entre os quais viveu, estão os índios do Panamá e os berberes de Marrocos. Entre 1970 e 1974 viveu com os índios emberas, no Panamá, em plena floresta. Le Clézio conheceu estes índios depois de ter estado dois anos no México a prestar serviço militar, período que aproveitou para viajar e visitar as regiões vizinhas. A mulher de Le Clézio é de origem saraui e juntos lançaram em 1993 Gens des Nuages, um ensaio sobre a terra natal dela. As obras de Le Clézio já foram publicadas em alemão, castelhano, chinês, dinamarquês, grego, inglês, japonês, russo e turco, entre outras, fazendo com que seja um dos autores franceses mais traduzidos no mundo. Desde 2002 integra o júri do Prémio Renaudot. Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Jean-Marie Le Clézio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.

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