Modelos e Imagens
idioma: português, espanhol, inglês
Editor:
Fim de Século Edições, abril de 2018 ‧
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SINOPSE
Uma das tarefas mais estimulantes da Filosofia da Ciência consiste em pensar os métodos e procedimentos regulados que as ciências utilizam para construir conhecimento novo. É o caso dos modelos, enquanto dispositivos heurísticos a que quase todos os tipos de ciências recorrem.
Ainda que alguns filósofos da ciência - o caso mais emblemático é o de Pierre Duhem - tenham desvalorizado o papel dos modelos em ciência, considerando-os como meros expedientes da imaginação, procedimentos preliminares e potencialmente enganadores, ou como diz Badiou auxiliares transitórios que se destinam ao seu próprio desmantelamento, a verdade é que o progresso de ciências tão diferentes como a Física ou a Química, a Psicologia, as Ciências da Computação, as Neurociências ou a Economia parece estar dependente, e de forma cada vez mais intensa, da construção e do uso desses artefactos cognitivos a que chamamos modelos.
Não admira, pois, que a Filosofia da Ciência tenha vindo a prestar uma atenção crescente aos modelos como partes constitutivas da investigação científica.
Mas, o que é um modelo? Que tipos de modelos existem?
Como se podem classificar os modelos?
Qual a relação entre os modelos e aquilo que eles modelizam?
Que tipo de realidade são os modelos?
Que relação se pode estabelecer entre a elaboração de hipóteses e a construção de modelos?
Qual a relação entre modelos e teorias científicas?
E qual a relação entre modelo e imagem no seio do conhecimento científico?
Estaremos perante entidades radicalmente distintas, com funções epistemológicas divergentes?
Ou perante entidades do mesmo tipo, cujas funções se recobrem, pelo menos parcialmente?
Não será que, tal como os modelos, as imagens científicas pertencem, de pleno direito, ao grupo dos artefactos cognitivos a que a actividade científica necessariamente recorre para alargar o seu campo de visibilidade?
Ainda que alguns filósofos da ciência - o caso mais emblemático é o de Pierre Duhem - tenham desvalorizado o papel dos modelos em ciência, considerando-os como meros expedientes da imaginação, procedimentos preliminares e potencialmente enganadores, ou como diz Badiou auxiliares transitórios que se destinam ao seu próprio desmantelamento, a verdade é que o progresso de ciências tão diferentes como a Física ou a Química, a Psicologia, as Ciências da Computação, as Neurociências ou a Economia parece estar dependente, e de forma cada vez mais intensa, da construção e do uso desses artefactos cognitivos a que chamamos modelos.
Não admira, pois, que a Filosofia da Ciência tenha vindo a prestar uma atenção crescente aos modelos como partes constitutivas da investigação científica.
Mas, o que é um modelo? Que tipos de modelos existem?
Como se podem classificar os modelos?
Qual a relação entre os modelos e aquilo que eles modelizam?
Que tipo de realidade são os modelos?
Que relação se pode estabelecer entre a elaboração de hipóteses e a construção de modelos?
Qual a relação entre modelos e teorias científicas?
E qual a relação entre modelo e imagem no seio do conhecimento científico?
Estaremos perante entidades radicalmente distintas, com funções epistemológicas divergentes?
Ou perante entidades do mesmo tipo, cujas funções se recobrem, pelo menos parcialmente?
Não será que, tal como os modelos, as imagens científicas pertencem, de pleno direito, ao grupo dos artefactos cognitivos a que a actividade científica necessariamente recorre para alargar o seu campo de visibilidade?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727542871 |
| Editor: | Fim de Século Edições |
| Data de Lançamento: | abril de 2018 |
| Idioma: | Português, Espanhol, Inglês |
| Dimensões: | 154 x 235 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 302 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | A Imagem na Ciência e na Arte |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
História e Metodologia Científica
|
| EAN: | 9789727542871 |
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