Mia Couto - O Lume das Sombras
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Palimage, novembro de 2022 ‧
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SINOPSE
Diz-nos Mia Couto, num dos seus textos de intervenção: «A pergunta poderia ser: qual é a responsabilidade do escritor para com a democracia e os direitos humanos? É toda. Porque o compromisso maior do escritor é com a verdade e com a liberdade. Para combater pela verdade o escritor usa uma inverdade: a literatura. Mas é uma mentira que não mente.», Couto, Mia.
«Que África escreve o escritor africano?», Pensatempos - Textos de Opinião. Lisboa: Caminho, 2005, p. 59. Para depois acrescentar: «o escritor não é, apenas, aquele que escreve. É aquele que produz pensamento [...]. Mais do que isso, o escritor desafia os fundamentos do próprio pensamento.», p. 63.
Jacques Derrida tem, em «Cette étrange institution qu’on appelle la littérature», uma formulação que nos parece ajudar a situar melhor a posição do escritor, nesse seu duplo compromisso: «mesmo se elas o fazem de modo desigual e de forma diferente, a poesia e a literatura têm como traço comum o suspender da ingenuidade tética da leitura transcendente. Isso dá também conta da força filosófica dessas experiências [literárias e poéticas], uma força de provocação a pensar a fenomenalidade, o sentido do objeto, mesmo o ser como tal, uma força pelo menos potencial, uma dynamis filosófica.», Derrida, Jacques.
«Cette étrange institution qu’on appelle la littérature» in Dutoit, Thomas; Romanski, Philippe (dir.), Derrida d’ici, Derrida de là. Paris: Galilée, 2009, p. 265.
«Que África escreve o escritor africano?», Pensatempos - Textos de Opinião. Lisboa: Caminho, 2005, p. 59. Para depois acrescentar: «o escritor não é, apenas, aquele que escreve. É aquele que produz pensamento [...]. Mais do que isso, o escritor desafia os fundamentos do próprio pensamento.», p. 63.
Jacques Derrida tem, em «Cette étrange institution qu’on appelle la littérature», uma formulação que nos parece ajudar a situar melhor a posição do escritor, nesse seu duplo compromisso: «mesmo se elas o fazem de modo desigual e de forma diferente, a poesia e a literatura têm como traço comum o suspender da ingenuidade tética da leitura transcendente. Isso dá também conta da força filosófica dessas experiências [literárias e poéticas], uma força de provocação a pensar a fenomenalidade, o sentido do objeto, mesmo o ser como tal, uma força pelo menos potencial, uma dynamis filosófica.», Derrida, Jacques.
«Cette étrange institution qu’on appelle la littérature» in Dutoit, Thomas; Romanski, Philippe (dir.), Derrida d’ici, Derrida de là. Paris: Galilée, 2009, p. 265.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897032837 |
| Editor: | Palimage |
| Data de Lançamento: | novembro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 163 x 231 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 432 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
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|
| EAN: | 9789897032837 |
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