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Mi Madre

de Tahar Ben Jelloun
idioma: espanhol
Editor: EL ALEPH, junho de 2009 ‧
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«Durante los últimos meses de su vida, mi madre fue perdiendo su memoria, recayó en su infancia. Convertida de golpe en una niña pequeña, después en una joven recién casada, mi madre empezó a hablar, a confesar, invocando a (los) vivos y (los) muertos. El amor filial, fuerte y apasionado, se ve a veces envuelto en el pudor y los sobrentendidos. Al revelar su pasado, mi madre se liberó de una vida en la que casi nunca fue feliz. Durante largos días la escuché, siguiendo como podía el hilo de sus incoherencias; sufrí y al mismo tiempo la descubrí.Este relato fue escrito a partir de los retazos de recuerdos que ella me confió. Fragmentos que me permitieron de reconstruir su vida en el viejo Fez de los años treinta y cuarenta, de imaginar sus momentos de alegría, de adivinar sus frustraciones. Tuve que leer entre líneas o incluso traducir sus silencios, y casi siempre restituir sus emociones.Tahar Ben Jelloun (Fez, 1944) obtuvo el premio Goncourt en 1987 por La noche sagrada. El Aleph ha publicado Elogio de la amistad (2001), Partir (2006) y No entiendo el mundo árabe (2007).á

Mi Madre

de Tahar Ben Jelloun

Propriedade Descrição
ISBN: 9788476698693
Editor: EL ALEPH
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788476698693

SOBRE O AUTOR

Tahar Ben Jelloun

Tahar Ben Jelloun é um escritor francófono de origem marroquina, mundialmente conhecido e que partilha a sua vida entre Paris e Tânger. Curioso da sociedade e do mundo que o rodeia publicou vários romances, novelas, contos, poemas, ensaios e obras de arte sendo também cronista regular de jornais franceses, espanhóis e italianos. Nasceu em 1944 em Fez e ensinou Filosofia no seu país natal. Exilou-se em França, em 1971. Obteve inúmeros títulos honoríficos, prémios e distinções internacionais, entre os quais o prestigiado prémio francês Goncourt pelo seu romance A noite sagrada, em 1987, e o prémio internacional Impac, em 2004, com a obra Uma ofuscante ausência de luz. Mais recentemente, o seu papel de intelectual interventivo foi reconhecido pela atribuição, entre outros, do prémio das Nações Unidas para a Paz, em 2006, ou do prémio para a Paz da Fundação Ducci, em 2009.

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