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Jean Genet, Mentiroso Sublime

de Tahar Ben Jelloun
idioma: espanhol
Editor: Huerga y Fierro Editores, março de 2021 ‧
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Todo comienza en 1974. Genet se cita con el joven Ben Jelloun para conocerse. Por esa época el autor del Diario del ladrón se halla lejos de aquel escritor-presidiario, en el que ya no se reconoce. Hace tiempo que rompió con quienes lo libraron de la cárcel: Cocteau, Sartre? A sus sesenta y cuatro años, apenas escribe. Ya no le interesa la Literatura, ?¡Menuda patraña!?.Con este libro, Ben Jelloun nos regala una nueva visión de Genet: más allá de la del mítico escritor, la del hombre ?ni santo, ni comediante, ni mentiroso, ni mártir?, la del militante, siempre al lado de los desheredados, de los desposeídos. Conformando esta imagen, veremos desfilar también por sus páginas a sus amigos Azzedine Kalak y Leila Shahid; a Jacques Derrida y a Giacometti; a sus tres últimos amigos-amantes: Jacky, Ahmed y Mohammed Al Katrani, siempre planeando el recuerdo de Abdallah, el gran amor de su vida, muerto en 1964, y al que nunca pudo olvidar.

Jean Genet, Mentiroso Sublime

de Tahar Ben Jelloun

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412298604
Editor: Huerga y Fierro Editores
Data de Lançamento: março de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Biografias
EAN: 9788412298604

SOBRE O AUTOR

Tahar Ben Jelloun

Tahar Ben Jelloun é um escritor francófono de origem marroquina, mundialmente conhecido e que partilha a sua vida entre Paris e Tânger. Curioso da sociedade e do mundo que o rodeia publicou vários romances, novelas, contos, poemas, ensaios e obras de arte sendo também cronista regular de jornais franceses, espanhóis e italianos. Nasceu em 1944 em Fez e ensinou Filosofia no seu país natal. Exilou-se em França, em 1971. Obteve inúmeros títulos honoríficos, prémios e distinções internacionais, entre os quais o prestigiado prémio francês Goncourt pelo seu romance A noite sagrada, em 1987, e o prémio internacional Impac, em 2004, com a obra Uma ofuscante ausência de luz. Mais recentemente, o seu papel de intelectual interventivo foi reconhecido pela atribuição, entre outros, do prémio das Nações Unidas para a Paz, em 2006, ou do prémio para a Paz da Fundação Ducci, em 2009.

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