Memórias do Subterrâneo
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896417420 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | maio de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 146 x 226 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos para Leitores de Hoje |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896417420 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Brilhante
Paxi
Mais uma obra que nos faz pensar quem somos, o que pretendemos no futuro e que caminho queremos trilhar, até atingir os nossos objetivos. Memórias dos subterrâneo apresentá-los um homem em sofrimento, que utiliza o sofrimento dos outros, para superar e compreender o seu.
Leitura Desafiante
Mulher do Subterraneo
Leitura um pouco difícil, talvez por ser o meu primeiro contacto com Dostoi. A narrativa é marcada por um intenso fluxo de consciência, o que exige atenção redobrada. A personagem principal é profundamente contraditória, o que a torna ao mesmo tempo desconcertante e fascinante. Apesar dos desafios iniciais, acabei por gostar bastante da obra — há algo nela que ressoa, algo que inquieta e desperta curiosidade.
"Deleite"
Vasco Costa
"Duas vezes dois quatro", todas as certezas, dúvidas, hesitações, fugas e actos de coragem do protagonista, que nos deixam a reflectir sobre nós próprios e a nossa vida. Teremos todos o nosso subterrâneo? Uma coisa é certa: prazer numa dor de dentes, não tenho! Uma verdade! A obra de F.D.: "belo e sublime".
Delicioso na forma como descreve a contradição humana
Rui Bras
A forma como Dostoiévski nos leva de uma emoção para outra é deliciosa, numa viagem interminável da contradição humana, expectantes no caminho a seguir pelo protagonista, a quem nos reconhecemos num ou noutro momento da nossa vida.
Um livro incómodo
nointeriordoslivros.blogspot.com
Dostoiévski é um mestre da narrativa, da descrição de estados de alma - dos mais negros e perturbados aos mais sublimes e elevados - e isso passa para o leitor. Se são as linhas de esgoto que descreve, é certo que sentiremos náuseas. Se, ao invés, for o êxtase e o júbilo, é isso que nos fará sentir. E entre uma coisa e outra, vai revelando aquilo que faz dele um dos grandes nomes da literatura mundial de todos os tempos.
A "náusea" da desesperança
Joana L.
A "náusea" permanentemente sentida pelo narrador remete-nos para a sensação sentida pelo protagonista de Crime e Castigo. No entanto, enquanto em Crime e Castigo há uma mensagem de esperança no meio da revolta do protagonista - pois é a busca de um "sentido" para o absurdo da vida, a busca da redenção que pauta as peripécias do jovem protagonista -, neste livro temos um homem mais velho e desesperançado, em que a náusea não é parte de uma luta interior, mas já um quase estado de natureza.
Muito bom!
Daniel Cunha
Excelente livro, grande análise a psique humana bem ao estilo de Dostoievski.
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