Memórias da Minha Vida e do meu Tempo

de Joaquim Paço d'Arcos
Editor: Guimarães Editores, Janeiro de 2014 ‧
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Memórias da minha Vida e do meu Tempo é um relato que ganhou relevância com o correr da história. Joaquim Paço d’Arcos é um escritor multifacetado que revelou ao longo da sua obra um especial talento para ler os sinais com que conviveu numa sociedade em mudança. Num tempo em aceleração é curioso ler os acontecimentos que o escritor descreve e interpreta. De uma família tradicional, partimos para o mundo colonial e depois chegamos ao cosmopolitismo, de alguém que foi responsável pelos Serviços de Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros. E o certo é que a biografia do romancista ajuda-o na faceta de memorialista. As memórias são a matéria-prima da narrativa. A verdade é que a riqueza da obra romanesca, como foi reconhecido pelos melhores críticos, contém uma análise bastante aprofundada dos ambientes, dos actores, das relações complexas e heterogéneas que se vão estabelecendo. Longe de uma leitura idílica da realidade, deparamo-nos com a afirmação e a negação, a ascensão e a queda, a virtude e a culpa.

Memórias da Minha Vida e do meu Tempo

de Joaquim Paço d'Arcos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726656869
Editor: Guimarães Editores
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 220 x 69 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 864
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789726656869

SOBRE O AUTOR

Joaquim Paço d'Arcos

Joaquim Paço d'Arcos 1908-1979. Romancista, autor de contos de novelas, dramaturgo, ensaísta, poeta, desdobrou a sua actividade literária, ao longo de mais de quarenta anos, por todos os campos onde a sua imaginação, a sua curiosidade e a sua cultura o conduziram. Do pequeno rectângulo do continente português a sua obra espraiou-se pelomundo lusíada e pelovasto mundo. Espelho da vida citadina nos romances da «Crónica da Vida Lisboeta», em contos, em peças de teatro. Reflexo dos ambientes ultramarinos em romances, como «Herói Derradeiro», em novelas como «O Samovar», em poesias de «Poemas Imperfeitos». Eco da inquietação do vasto mundo nas páginas da «Floresta de Cimento», nas novelas do «Navio dos Mortos» ou de «Neve sobre o Mar».

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