Joaquim Paço d'Arcos

Correspondencia e Textos Dispersos 1942-1979

de Joaquim Paço d'Arcos
Editor: Dom Quixote, maio de 2008 ‧
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«Espectador do mundo, viu muitas coisas e delas se maravilhou. Foi, num país de literatos maldizentes e ensimesmados, um ser convivente. Celebrou a família e deu provas de coragem na doença e na adversidade. E, sem ideologia que o limitasse ou lhe impusesse sujeições, não teve outro partido senão o de Portugal. Daí que ele possa terminar o terceiro volume das suas Memórias com estas nobres palavras: «Ainda, nesta narrativa, quedo longe dos dias actuais. Chegarei alguma vez a atingi-los com o meu depoimento, desvalioso mas sereno? Sereno apesar dos golpes tremendos que me feriram na sensibilidade lusíada, na fazenda e na própria carne retalhada? Sereno sim, porque isento de de ódios, de invejas ou de mesquinhez. Possam as minhas palavras guardar alguma altitude, aquela em que eu tenho procurado manter a trajectória da vida, pisando o caminho que foi o de meu pai."»

Joaquim Paço d'Arcos

Correspondencia e Textos Dispersos 1942-1979

de Joaquim Paço d'Arcos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722036313
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: maio de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 235 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Coleção: História e Sociedade
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789722036313
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Joaquim Paço d'Arcos

Joaquim Paço d'Arcos 1908-1979. Romancista, autor de contos de novelas, dramaturgo, ensaísta, poeta, desdobrou a sua actividade literária, ao longo de mais de quarenta anos, por todos os campos onde a sua imaginação, a sua curiosidade e a sua cultura o conduziram. Do pequeno rectângulo do continente português a sua obra espraiou-se pelomundo lusíada e pelovasto mundo. Espelho da vida citadina nos romances da «Crónica da Vida Lisboeta», em contos, em peças de teatro. Reflexo dos ambientes ultramarinos em romances, como «Herói Derradeiro», em novelas como «O Samovar», em poesias de «Poemas Imperfeitos». Eco da inquietação do vasto mundo nas páginas da «Floresta de Cimento», nas novelas do «Navio dos Mortos» ou de «Neve sobre o Mar».

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