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Memoires De L'Enfer

de Marilyn Manson
idioma: francês
Editor: DENOEL, novembro de 2000 ‧
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Marilyn Manson, la rock star par qui le scandale arrive, l'extraterrestre décrié, proscrit par une légion de politiciens, de prêtres et de parents enragés, expose dans toute sa crudité l'hallucinant parcours qui l'a mené d'une enfance écrasée par la crainte de Dieu à la lumière glacée de la gloire. Un grand-père travesti, un voisin amateur de petits garçons, un guérisseur versé dans la manipulation mentale, une institutrice traquant les messages sataniques dans les standards du rock... Quelques-unes des figures qui jalonnent cette trajectoire glauque. Des délires backstage à la paille des cachots, des consoles des studios au monitoring des urgences, des bas-fonds du désespoir au top des hit-parades, le prix de l'ascension est une chute vertigineuse vers l'Enfer de Dante - luxure, violence et trahison. Une confession sans fard, illustrée de dizaines de photos et de dessins inédits, enrichie d'extraits de journaux intimes, et toute la vérité sur les secrets des infamantes tournées qui embrasent l'Amérique. Mémoires de l'enfer, chant d'un corps électrique, est la chronique d'une chute originelle, d'une métamorphose et d'une renaissance. En trente ans d'existence, Marilyn Manson a connu plus d'expériences que la plupart d'entre nous en une vie.

Memoires De L'Enfer

de Marilyn Manson

Propriedade Descrição
ISBN: 9782207249109
Editor: DENOEL
Data de Lançamento: novembro de 2000
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Avoir Vingt Ans
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Música
EAN: 9782207249109

SOBRE O AUTOR

Marilyn Manson

Marilyn Manson, nome artístico de Brian Hugh Warner, é um cantor, compositor e artista visual americano, nascido a 5 de janeiro de 1969 em Canton, Ohio. Conhecido tanto pela sua música como pela sua personalidade provocadora e controvérsia pública, Manson tornou-se uma das figuras mais icónicas e polarizadoras do rock industrial e alternativo. O seu estilo visual marcante, letras sombrias e performances teatrais e transgressivas estabeleceram-no como um dos artistas mais reconhecidos e debatidos das últimas décadas.

Marilyn Manson formou a sua banda, originalmente chamada Marilyn Manson & the Spooky Kids, em 1989, em Fort Lauderdale, Flórida, com o guitarrista Scott Putesky, conhecido como Daisy Berkowitz. O nome "Marilyn Manson" foi criado combinando os nomes da atriz Marilyn Monroe e do assassino Charles Manson, simbolizando a dicotomia entre a celebridade e a violência. Este conceito de dualidade e a exploração de temas como a corrupção, a decadência e o choque cultural tornaram-se centrais na obra de Manson.

O álbum de estreia da banda, Portrait of an American Family, foi lançado em 1994 e começou a estabelecer a reputação de Manson como uma figura transgressora no rock. O álbum, produzido por Trent Reznor do Nine Inch Nails, apresentou um som industrial misturado com metal e punk, e letras que criticavam a cultura americana. No entanto, foi com o segundo álbum, Antichrist Superstar (1996), que Marilyn Manson alcançou grande notoriedade e sucesso comercial.

Antichrist Superstar foi um dos álbuns mais influentes e controversos dos anos 90. Concebido como uma "ópera rock" distópica, o álbum explorou temas de autodestruição, poder e rebelião, e foi amplamente visto como uma crítica à religião e à sociedade contemporânea. Faixas como "The Beautiful People" tornaram-se grandes sucessos e catapultaram Manson para o estrelato. O álbum gerou uma onda de controvérsia, com grupos religiosos e conservadores a acusarem Manson de promover o satanismo e a violência, o que só serviu para aumentar a sua notoriedade e popularidade.

Em 1998, Marilyn Manson lançou Mechanical Animals, um álbum que marcou uma mudança de direção musical, com uma sonoridade mais orientada para o glam rock e influências eletrónicas. O álbum foi outro sucesso crítico e comercial, com singles como "The Dope Show" a exemplificar a nova abordagem de Manson à música e à imagem. Mechanical Animals foi parte de uma trilogia conceitual que incluiu Antichrist Superstar e Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) (2000), cada um explorando diferentes aspectos da alienação, fama e identidade.

Ao longo dos anos 2000, Marilyn Manson continuou a lançar álbuns e a desafiar as normas culturais, embora a sua música tenha começado a incorporar uma maior variedade de influências, incluindo elementos de blues, rock gótico e metal industrial. Álbuns como The Golden Age of Grotesque (2003) e Eat Me, Drink Me (2007) exploraram temas de decadência, luxúria e autodestruição, mantendo a estética sombria e provocadora que definiu a carreira de Manson.

Manson também se aventurou no cinema e nas artes visuais, atuando em filmes como Lost Highway de David Lynch e Jawbreaker, além de expor suas obras de arte em galerias internacionais. A sua imagem pública, sempre envolta em controvérsia, continuou a gerar debates sobre liberdade de expressão, censura e os limites da arte.

Nos anos 2010, Marilyn Manson lançou álbuns como Born Villain (2012) e The Pale Emperor (2015), este último considerado um retorno à forma e recebido com aclamação crítica. The Pale Emperor destacou-se por sua produção mais refinada e por explorar um som mais bluesy e introspectivo, refletindo uma maturidade artística enquanto ainda mantinha a intensidade e o choque que sempre caracterizaram o trabalho de Manson.

We Are Chaos, lançado em 2020, continuou a mostrar a evolução de Manson como artista, explorando temas de humanidade, caos e identidade em um mundo em constante mudança. O álbum foi produzido em colaboração com Shooter Jennings e foi elogiado por sua profundidade lírica e musical.

No entanto, a carreira de Marilyn Manson também tem sido marcada por várias controvérsias pessoais e legais, especialmente nos últimos anos, com várias acusações de abuso e má conduta por parte de ex-companheiras e associadas. Estas alegações geraram um intenso debate público e levaram ao rompimento de laços com várias entidades e colaboradores na indústria musical e cinematográfica.

Marilyn Manson permanece uma figura polarizadora na cultura popular, admirado por muitos por sua abordagem sem remorsos à arte e à música, mas também criticado por seu comportamento controverso fora do palco. Independentemente das controvérsias, a sua influência na música e na cultura continua a ser inegável, com um legado que abrange várias gerações de fãs e músicos.

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