Medicina Ilegal
Picareta no serviço Nacional de saúde
Editor:
Vida Económica, abril de 2001 ‧
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SINOPSE
Um livro que pretende ser, tal como o próprio autor refere, um grito de alarme e um desafio para que se pensem os problemas de saúde de forma diferente.
Para este médico, a organização do sistema de saúde é uma questão política e não um problema técnico. Tal como em todas as outras áreas de actividade, há modelos de funcionamento que correspondem a opções de natureza política e ideológica.
E estes modelos variam num espectro que vai desde os mais estatizantes aos mais liberais. Nos países da U E os sistemas de saúde são na sua maioria, mistos, com componentes públicas e privadas, que funcionam em regime de concorrência, refere o autor na introdução.
Portugal destaca-se por manter um sistema de saúde de tipo soviético, com um monopólio de Estado designado por Serviço Nacional de Saúde. Ora, os monopólios de Estado são aqueles que se prestam a mais abusos e corrupção. “ E, se dúvidas houvesse, aí está o Serviço Nacional de Saúde para o provar.”
Segundo o autor, a carência da oferta, as listas de espera, a má qualidade dos serviços e do atendimento são fenómenos inerentes às organizações colectivistas. Não têm solução se o monstro não for liquidado. “E a tragédia que condiciona estes fenómenos tem um nome. Na sua versão “ hardcore”, chama-se comunismo e na versão “softcore”, socialismo. E vai mais longe. Os “técnicos de saúde” que defendem a continuidade do sistema constroem argumentos retóricos que se destinam apenas a perpetuar uma estrutura de poder. “Poder que partilham ou ao qual aspiram”.
Face a este cenário, Joaquim Sá Couto chama a atenção para a necessidade de repor o debate sobre a reforma do sistema de saúde, mas no plano político. Os partidos devem apresentar soluções próprias que reflictam opções ideológicas.
O autor, Joaquim Sá Couto, nasceu no Porto em 1951. Frequentou a Universidade de Lisboa e completou a licenciatura em Medicina em 1977. Em 1982 iniciou a especialidade de Cirurgia Geral, em Nova Iorque, E.U.A., no Brooklin Jewish Hospital, tendo obtido o título de” Diplomate of the American Board of Surgery” em 1987.
Portugal destaca-se por manter um sistema de saúde de tipo soviético, com um monopólio de Estado designado por Serviço Nacional de Saúde. Ora, os monopólios de Estado são aqueles que se prestam a mais abusos e corrupção. “ E, se dúvidas houvesse, aí está o Serviço Nacional de Saúde para o provar.”
Segundo o autor, a carência da oferta, as listas de espera, a má qualidade dos serviços e do atendimento são fenómenos inerentes às organizações colectivistas. Não têm solução se o monstro não for liquidado. “E a tragédia que condiciona estes fenómenos tem um nome. Na sua versão “ hardcore”, chama-se comunismo e na versão “softcore”, socialismo. E vai mais longe. Os “técnicos de saúde” que defendem a continuidade do sistema constroem argumentos retóricos que se destinam apenas a perpetuar uma estrutura de poder. “Poder que partilham ou ao qual aspiram”.
Face a este cenário, Joaquim Sá Couto chama a atenção para a necessidade de repor o debate sobre a reforma do sistema de saúde, mas no plano político. Os partidos devem apresentar soluções próprias que reflictam opções ideológicas.
O autor, Joaquim Sá Couto, nasceu no Porto em 1951. Frequentou a Universidade de Lisboa e completou a licenciatura em Medicina em 1977. Em 1982 iniciou a especialidade de Cirurgia Geral, em Nova Iorque, E.U.A., no Brooklin Jewish Hospital, tendo obtido o título de” Diplomate of the American Board of Surgery” em 1987.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727880461 |
| Editor: | Vida Económica |
| Data de Lançamento: | abril de 2001 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 230 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 184 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Medicina
>
Medicina Geral
|
| EAN: | 9727880460007 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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