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Máximas

Livro 1

de François de La Rochefoucauld
Editor: Editorial Estampa, abril de 1990 ‧
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François VI, príncipe de Marcillac, depois duque de La Rochefoucauld (Paris 1613 - Paris 1680) levará a sua vida aventureira de um grand seigneur na época de Richelieu e Mazarino. Amores romanescos, combates nos exércitos dos príncipes levantados contra o Rei, prisões, ferimentos, desgraça, de que não recolherá mais que amargura e decepção. Autorizado a voltar a Paris (1656) mas excluído da vida activa, consagra-se à reflexão. É então que elabora, em concertação com os seus amigos (Madame de Sablé, o jansenista Jacques Esprit) a obra literária que ilustrará o seu nome: as "Máximas". Longe de serem uma compilação de preceitos morais (quem a teria hoje?), as "Máximas" surgem como um conjunto de proposições sobre a natureza do "coração do homem". E se nesta ciência dos cotumes abunda a crueldade, habita também a lucidez e a presença de uma grande alma, de um magnânimo, de um espírito inquieto que se quer sublime, de um desenganado que aspira, enfim, à santidade.

Máximas

de François de La Rochefoucauld

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723307535
Editor: Editorial Estampa
Data de Lançamento: abril de 1990
Idioma: Português
Dimensões: 110 x 181 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos de Bolso
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789723307535
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

François de La Rochefoucauld

La Rochefoucauld, François, Duque de (1613-1680), nasceu em Paris. Até à morte de seu pai, usou, segundo a tradição familiar, o título de Príncipe de Marillac. Em 1628, casou-se e teve oito filhos. Abraçou a carreira militar, tendo participado várias vezes na Guerra dos Trinta Anos para defender a França. Em 1646, foi gravemente ferido. Lutou contra Richelieu e Mazarin. Esteve preso por um curto período de tempo por ordem de Richelieu por conspirar contra a corte, tendo sido forçado a viver exilado de 1639 a 1642. Em 1648-52, participou na Fronda: uma rebelião contra o ministério do Cardeal Mazarin no reinado de Luís XIV. Ferido com gravidade em 1652, escapa para o Luxemburgo. Depois de ter sido autorizado a regressar a França, retira-se da vida política e dedica-se à literatura. Vivendo em Verteuil, em 1656 é-lhe permitido o regresso a Paris, onde faz da sua casa um local de encontro de um pequeno círculo intelectual.

Apesar de La Rochefoucauld ter sido muito produtivo como escritor, publicou apenas dois trabalhos, Memórias (1664) e Máximas e Reflexões Morais (1665). Este último tornou-se muito popular, tendo-o o seu autor reeditado cinco vezes com alterações e adições. Algumas máximas foram adicionadas depois da sua morte, sendo que a presente edição apresenta-as todas independentemente do momento em que tenham surgido.

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