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Máscaras Cokwe

A Linguagem Coreográfica de Mwana Phwo e Chiongo

de Ana Clara Guerra Marques
Editor: Editora Guerra & Paz, novembro de 2017 ‧
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Na actuação destas máscaras - a dança e o conjunto de elementos observáveis, com significados próprios e identificáveis -, estão sempre presentes uma linguagem manifesta e mensagens latentes resultantes das interpretações do bailarino, bem como do próprio público. Por mais estruturados que sejam os padrões de movimento, este público tem sempre a liberdade de (re)interpretar a performance e de produzir narrativas sobre ela, a partir da articulação de todas as componentes que reconhecem.

Máscaras Cokwe

A Linguagem Coreográfica de Mwana Phwo e Chiongo

de Ana Clara Guerra Marques

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897023354
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: novembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 210 x 270 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
EAN: 9789897023354

SOBRE O AUTOR

Ana Clara Guerra Marques

Inicia os seus estudos em dança na Academia de Bailado de Luanda em 1970. É mestre em Performance Artística. É autora dos livros A Alquimia da Dança (1999), A Companhia de Dança Contemporânea de Angola (2003), Para uma História da Dança em Angola – Entre a Escola e a Companhia: Um Percurso Pedagógico (2008) e do Catálogo do Museu do Dundo (Org.), Memória Viva da Cultura do Leste de Angola (2012). Em 1978, assume a direcção da única Escola de Dança existente no país, actividade que desenvolve a par da docência, realizando também as primeiras acções para a fundação de um ensino profissional das artes em Angola. Também no Ministério da Cultura, onde trabalhou durante 37 anos, integrou as comissões instaladoras do Instituto Superior de Artes e dos Institutos Médios de Artes e fez parte do grupo de trabalho interministerial, para a criação do Subsistema de Educação Artística em Angola. Entre 2007 e 2015 exerceu as funções de Consultora do Vice-Ministro e da Ministra da Cultura de Angola. Em 1991, funda a primeira companhia profissional angolana (e uma das primeiras em África), a Companhia de Dança Contemporânea de Angola (CDC Angola). A implementação da Dança Inclusiva é outra das suas contribuições para uma diversificação do olhar sobre a dança em Angola. Pioneira da dança contemporânea no seu país, divide a sua criação entre temas de intervenção e crítica social, como expressam as peças Mea Culpa (1992), Imagem & Movimento (1993), Palmas, Por Favor! (1994), Neste País... (1995), O Homem que Chorava Sumo de Tomates (2011) ou Ceci n’est pas une porte (2016) e a utilização do seu trabalho de investigação sobre as danças patrimoniais angolanas, com incidência na cultura cokwe. A proposta de outras estéticas e abordagens a um património herdado é reflectida em A Propósito de Lueji (1991), Uma Frase Qualquer... & Outras (Frases) (1997), Peças para uma Sombra Iniciada, Outros Rituais Mais ou Menos (2009) ou Solos para um Dó Maior (2014), enquanto extensão artística desse campo de pesquisa. É membro do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA). É co-fundadora da Sociedade Angolana dos Direitos de Autor, onde desempenhou as funções de Vice-Presidente do Conselho de Administração e é membro individual do Conselho Internacional de Dança da UNESCO. Como reconhecimento da sua contribuição para o desenvolvimento das artes e da cultura em Angola, foram-lhe atribuídos o Prémio Nacional de Cultura e Artes (2006), o Prémio Identidade da União Nacional dos Artistas e Compositores (1995), os Diplomas de Honra (2006) e de Mérito (2016) do Ministério da Cultura de Angola e o Diploma de Honra – Pilar da Dança da UNAC (2011).

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