Mário de Sá-Carneiro e a Impossibilidade de Renunciar
Estudo sobre a prosa
Editor:
Edições Colibri, dezembro de 2021 ‧
ver detalhes do produto
16,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
TmpoME0yNXRhMVJPTlRReVVHZGtZa3hxVG1SeVFqaDNLMFJuVDFBMk0xWm1jbmx6YUhoQ2MzaGFZM0psSzJaMFNrbGxhbWhoZUVSSVpqRk5PRGhvTW5OcGNraGxXa1poYkZSVlRWQXZObWxPZFN0WWJWTndZbGhsWW5JME5EVTFaamx0VWs5S04zZE9OVmh5ZUVWMFVsQXdaSHA0VHpkaFNYcFpkM2hqT1hSS1V6WnZaVmRaWVZWNllscHFUSEYyY2tkaFduTXZTalJ3YUhVM2RUSkxhblJLWlhCalIwUmhibTF2ZEhkUlVHNDVTa2hRTkM5Sk0yWmhLekZHWkRkcWMzSnlaSGhJVm1oYVQyVm9abU5uVTAxaFZ5dElWbE5sU0VWWEsxUlllblJMYURKdVJWWXpOVlZxUWxveGEyMWhjelZaYUc1S1dXTk5TVnByVmtkMU16VkNOVFZQV1ZaSk9YZG9OMFpTUjBndmQzSnZNMWRoVVRnMmJqSjBOamRHTmxZMGIySTNURFYyUm1sUk1ITklhMlJTYzJ4aU1ITTVlall4YlRFMEszVXJhRXg0ZURoM1JFcGtSMHhrZGtGME5ETXZkbWhsT1RGMVdHb3lhVmMxVTJsYVRqaFNWVXhwVkRKbWNUaGhVRlJuU1U5UWJsbEZURWh1Wml0WlNWVjZOVTVoVDNBek9IWkhhV1oyVDBGdGNqZHdPVmxuVGtabFpsUkJSM2hwUjJsMFpIRnNlVEZvVG1kT1VFcGpUemhyWmxBNFJsSm1hM0pMVG5OMVR6UmxVSEJzYzJKVWJUbEJjMDh6VDBoaE5WZ3llV2xIUnpaVWIwMVdVbk16TkU1clpETXJMelJLTmpGRlJVVklPRWgxZUhORmVXVkpNRzQwWmk5alNVWmxhVU0yVnl0TVVsSnFaSFJLTjA1VE16ZzRiMnhHY0c5U1VVeDRUMlJCTkdKcVRqZzFjSFpHWjNoc1FsWkVlRms1WTFCa0x6bENkbUphY3poRVVtTXhNVmh0VkVGcGVVVm5aV1pzT0U1NFFtcHZTR2hHVVhwNmFIRnBhakJsSzJkVU1FTkZjamc1TTNBd1lWVlROVE5TUVd4eGNISktUakZhUmk4MlMwMUJkbkJwZEV0c1oxUmtiREpYZURaTWJ5OXdja1JoUjNoYVFXWk1hbWs1U0ZCdlR6TlhaMmhOZFZSVmFXaHZibU5hVGswNFZWWlFhR0pLYUN0TVprZEtOQzl2YkdwalVuUnhkWEJGUkVKVE5VcENkVzlwZUZkaE1HZFRPVkJtYkRaQlpsZEhUa1JrVnpoNlpFUkhWek56YlVkcVdFNTBObGRWVkRScEwzQmtNbVF2WmtSdU5tNUJlalp4TW05TWNuTmpObXQxZUdOMlZHRlJRVDA5Omt5VUJQNFhQa044Q3VCdWJOSUs4Z3c9PQ==
portes grátis
SINOPSE
Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) é, junto com Fernando Pessoa, um dos máximos expoentes do Primeiro Modernismo Português. Poeta e escritor dotado de grande sensibilidade literária, é autor de uma vasta obra em prosa, ainda que concentrada num período de tempo extremamente limitado: quinze contos e um romance breve em vinte e cinco anos de vida, condensados basicamente em quatro anos de atividade literária, de 1912 a 1916. Trata-se de uma obra que reproduz quase obsessivamente um único assunto: o artista moderno.
Raul Vilar, Lourenço Furtado, Luís de Monforte, Ricardo de Loureiro, Petrus Ivanowitch Zagoriansky, Domingos Antena, Inácio de Gouveia são todos artistas geniais, sempre egoístas e muitas vezes infantis, que vivem a vida na e da modernidade. Artistas embalados pela busca nervosa e até neurótica de tentar realizar hedonisticamente a própria ideia de arte suprema, e que sentem uma espécie de obrigação em ultrapassar os limites, para poderem recuperar o significado essencial da existência.
Um livro que é uma viagem na prosa sá-carneiriana, à descoberta dos diversos modos como as suas personagens enfrentam e resolvem as inquietudes, os tormentos e as contradições que habitam a sua alma, ou seja, onde se pretende ver que respostas dão à crise de serem artistas modernos, e se pretende identificar que caminhos percorrem no trilho difícil que leva à miragem do Além.
A sua viagem é uma luta exasperada e ilusória, mas feita sempre cientemente até ao fim, com a certeza de que jamais existirão meias medidas, porque todas as vezes é necessário arder até ao fim, como lembra Inácio de Gouveia, personagem de Ressurreição. E cada personagem sá-carneiriana vive com a plena convicção da impossibilidade de renunciar: renunciar à arte; renunciar à vida; renunciar a fazer da vida uma arte e da arte uma forma de vida; renunciar às inevitáveis e conhecidas deceções da vida e da arte (magistralmente sintetizadas na imagem do oiro falso como manifestação eufórica da arte e constatação disfórica da realidade) através da tentativa de amar, enlouquecer, dispersar-se e morrer, pensadas como únicas possibilidades de vitória do ideal sobre o real.
Raul Vilar, Lourenço Furtado, Luís de Monforte, Ricardo de Loureiro, Petrus Ivanowitch Zagoriansky, Domingos Antena, Inácio de Gouveia são todos artistas geniais, sempre egoístas e muitas vezes infantis, que vivem a vida na e da modernidade. Artistas embalados pela busca nervosa e até neurótica de tentar realizar hedonisticamente a própria ideia de arte suprema, e que sentem uma espécie de obrigação em ultrapassar os limites, para poderem recuperar o significado essencial da existência.
Um livro que é uma viagem na prosa sá-carneiriana, à descoberta dos diversos modos como as suas personagens enfrentam e resolvem as inquietudes, os tormentos e as contradições que habitam a sua alma, ou seja, onde se pretende ver que respostas dão à crise de serem artistas modernos, e se pretende identificar que caminhos percorrem no trilho difícil que leva à miragem do Além.
A sua viagem é uma luta exasperada e ilusória, mas feita sempre cientemente até ao fim, com a certeza de que jamais existirão meias medidas, porque todas as vezes é necessário arder até ao fim, como lembra Inácio de Gouveia, personagem de Ressurreição. E cada personagem sá-carneiriana vive com a plena convicção da impossibilidade de renunciar: renunciar à arte; renunciar à vida; renunciar a fazer da vida uma arte e da arte uma forma de vida; renunciar às inevitáveis e conhecidas deceções da vida e da arte (magistralmente sintetizadas na imagem do oiro falso como manifestação eufórica da arte e constatação disfórica da realidade) através da tentativa de amar, enlouquecer, dispersar-se e morrer, pensadas como únicas possibilidades de vitória do ideal sobre o real.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895660995 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 230 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 256 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789895660995 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Breve é Toda a VidaEstratégias Criativas10,00€ 10% CARTÃO
-
10%35 Graus Celsius | 35 DegreesPalimpsesto19,00€ 10% CARTÃOportes grátis