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Marianela (+14 Años)

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: Editorial Bruño, abril de 2012 ‧
11,16€
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Marianela es una muchacha huérfana llena de carencias físicas y emocionales. Sin embargo, su labor como lazarillo de Pablo, un chico ciego, suaviza su dura existencia por los ratos que pasa con él en sus largos paseos y por el cariño que se profesan mutuamente. La llegada de Teodoro Golfín, el oftalmólogo que ve posible devolver la vista a Pablo, llena a Marianela de malos presagios. A través de los conflictos por los que atraviesan sus personajes, en Marianela Galdós hace un estudio detallado de sus caracteres, pero también de temas más trascendentes como la justicia, la verdadera caridad y los valores morales, e incluso los religiosos.

Marianela (+14 Años)

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788421672754
Editor: Editorial Bruño
Data de Lançamento: abril de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Coleção: Jaume Caresmar, 7
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788421672754

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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