Manifesto Comunista

Precedido de uma visão heróico-trágica da revolução

de Karl Marx e Friedrich Engels
Editor: Editora Guerra & Paz, Janeiro de 2016 ‧
22,00€
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Este é, duplamente, um livro de intervenção. Por ter o texto integral, em nova tradução, de O Manifesto Comunista, que Marx e Engels escreveram em 1848, para oferecerem um corpo teórico, um guia, às fogueiras da revolta que ardiam por todas as nações da Europa.
Mas é também um livro de intervenção por apresentar, a preceder o Manifesto, 56 páginas que revisitam a história do comunismo europeu. O comunismo nasceu nas bocas da fome e no peito da revolta: era o sonho de um homem novo.
Mas a utopia acabou num mar de tortura, gulags e sangue. Com um grafismo ousado, é esse périplo que se esboça na primeira parte deste livro. Na segunda, o histórico texto de Marx e Engels.

Manifesto Comunista

Precedido de uma visão heróico-trágica da revolução

de Karl Marx e Friedrich Engels

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897021749
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 236 x 16 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789897021749

Capitalismo vestido de manifesto

Luís Veiga

Edição visual 5*, que me levou a comprar o livro, o conteúdo, além do manifesto conhecido, frases de propaganda anticomunista, que num tom repetitivo e superficial sublinham os erros históricos da URSS. É obtuso, redutor e panfletário, mas fica bonito na prateleira (ao contrário da cinzenta edição do Avante)

Uma abordagem demagoga

Diogo M.

Apesar da estética bastante apelativa desta edição (que foi a principal razão que me levou a adquiri-la), a introdução tem uma abordagem muito redutora, ideológica e pouco científica. Em primeiro lugar reduz a ideia de comunismo - e o seu papel na história - aos crimes cometidos pela URSS, ignorando tudo o resto, como o papel que teve para as lutas emancipatórias do século XX. Em segundo, a visão “histórico-trágica” enunciada por Manuel S. Fonseca é particularmente demagoga (dou o exemplo da frase “ Lenine, Trotski, Estaline, Cunhal e Neto: nenhum deles era proletário”) sem nunca haver uma análise científica credível. Não encontramos no prefácio uma abordagem histórica e dialéctica ao “Manifesto Comunista” mas sim um populista “Manifesto Anti-Comunista”.

Interessante

Marcos

Livro simples e nada fora do que é o seu título. Interessante, bem escrito, boa impressão, cor, letras, capas. Seja qual for a orientação política de cada leitor é um essencial em qualquer biblioteca pessoal.

Excelente

Patrícia P.

Um livro visualemente apelativo, tal como o resto da coleção. Chegou em ótimo estado e bastante rápido. Uma leitura emocionalmente pesada mas historica e politicamente interessantíssima.

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