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Maleita

de Lúcio Cardoso
idioma: português, português do brasil
Editor: Civilização Brasileira, junho de 2005 ‧
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A partir de Maleita, publicado originalmente em 1934, a obra de Lúcio Cardoso, progressivamente, será conduzida pela investigação psicológica. Justapondo as suas ficções humanas, confrontando-as entre si, de maneira a compor uma teia inexorável de autodestruição. Considerado por vários críticos o seu melhor romance, até esta edição da Civilização Brasileira, este romance era uma raridade, restrita a sebos e boas bibliotecas — desde 1970 o leitor não tem o privilégio de uma nova edição da obra.

Maleita

de Lúcio Cardoso

Propriedade Descrição
ISBN: 9788520006313
Editor: Civilização Brasileira
Data de Lançamento: junho de 2005
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 137 x 211 x 13 mm
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788520006313
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Lúcio Cardoso

Lúcio Cardoso (1912-1968) Nascido Joaquim Lúcio Cardoso Filho, foi romancista, dramaturgo, jornalista e poeta brasileiro, reconhecido pela Academia Brasileira de Letras, que lhe conferiu, em 1966, o Prémio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra.
A sua obra-prima Crônica da Casa Assassinada (1959) é um dos livros mais cultuados da literatura brasileira, tendo sido traduzido para o francês, italiano e inglês.
Junto com o romancista Otávio de Faria (1908-1980) e o poeta Vinícius de Moraes (1913-1980), Lúcio Cardoso é considerado um dos expoentes da intimista que despontou no Brasil na década de 1930.
A sua obra inaugurou na literatura brasileira um mergulho no cerne do indivíduo moderno em que os dramas, as dúvidas e os questionamentos existenciais sobrepujam-se à descrição naturalista ou à crítica social.
A literatura de Cardoso teria imenso impacto sobre a obra de Clarice Lispector (1920-1977), de quem foi amigo, mentor e cuja relação com Cardoso abriu-lhe novas possibilidades profissionais e literárias.
O envolvimento com o teatro abriu caminho para a sua verdadeira paixão, o cinema.
Em 1962 teve um acidente vascular cerebral, que paralisou o lado direito do seu corpo, impedindo-o de escrever.
Passou então a dedicar-se com afinco à pintura e chegou a realizar duas exposições ainda em vida.
Morreu aos 56 anos, vitimado por um segundo AVC.

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