Maktub!

de Malba Tahan
Editor: Livros d'Hoje, março de 2010 ‧
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MAKTUB, particípio passado do verbo Ktab (escrever), é a expressão característica do fatalismo muçulmano. Maktub significa «estava escrito» ou «tinha de acontecer». Aliás, o conceito de fatalismo, no Alcorão, em nada difere da forma como se apresenta na Bíblia. Quando o árabe, nos momentos de dor ou angústia, exclama "Maktub!" não declara, com essa expressiva palavra, um grito de revolta contra o destino. Maktub é apenas uma fórmula clássica, perfeitamente ortodoxa, por meio da qual o crente reafirma que o seu espírito está plenamente conformado com os desígnios insondáveis da vontade de Deus.

Maktub!

de Malba Tahan

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722039888
Editor: Livros d'Hoje
Data de Lançamento: março de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 209 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722039888

Recomendo!

Magda Silva

Uma escrita íntima e tocante, sem puxar ao sentimento, apenas à emoção de boas histórias e bem contadas. Possivelmente o melhor livro de contos que li, quer em conteúdo, quer em forma literária.

Maktub! Estava escrito

São Bernardes

Um livro de contos curtos, na sua maioria sobre a cultura árabe e o modo de pensar deste povo, mas de uma forma mais fantasiosa e afastada da realidade, aproximando-nos mais dos contos das mil e uma noite. O seu nome significa, como se encontra referido no próprio livro: “Maktub, particípio passado do verbo Ktab (escrever), é a expressão característica do fatalismo muçulmano. Maktub significa “estava escrito” ou “tinha de acontecer”. “Tinha de acontecer” é a expressão que designa o destino, o aceitar os desígnios de Deus, sem os questionar porque assim está escrito na linha da vida. É uma leitura muito agradável, simples, leve e divertida, boa para uns momentos de distracção e relaxamento.

SOBRE O AUTOR

Malba Tahan

Malba Tahan é o pseudónimo do escritor brasileiro Júlio Cesar de Mello e Souza (1895-1974) que encantou várias gerações de leitores, em livros como O Homem Que Calculava, Lendas do Céu e da Terra, Lendas do Povo de Deus e Mil Histórias Sem Fim. Foi dos livros deste autor que Paulo Coelho retirou a inspiração e muitas das ideias que usou nos seus livros. Foram as lendas do deserto, dos céus e das terras e as mil histórias intermináveis que o povo árabe conta, presentes na obra de Tahan, que estiveram na base da criação de O Alquimista.

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