Mais Notícias do Pensamento Desconexo

de João Habitualmente

editor: Edita-Me
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Mais Notícias do Pensamento Desconexo dá continuidade ao Notícias do Pensamento Desconexo, publicado em 2003. O próprio do pensamento desconexo é, porém, ir por onde lhe apetece, relacionando-se tanto consigo como com o seu vice-versa, tanto com as coisas do mundo como com a antimatéria, procurando deliberadamente o descabelado e o impropositivo - palavra acabada de inventar para gosto dos analistas críticos. Não se trata com isto de menorizar as análises críticas - mas preferimos redondamente as análises clínicas. Mesmo, até, as análises genéticas, que mostram como o pensamento desconexo está no ADN de todos quantos sabem que a vida é uma anedota - a única, aliás, em que as pessoas choram quando acaba.
O pensamento desconexo é, portanto, um não estar preso a continuidades, pelo que se trata aqui duma continuidade sem continuidade obrigatória, sem nenhuma responsabilidade de disciplina mental, sem o travão do método.
Aqui se reúnem os textos escritos daí para cá, uma coleção de alta-costura lexical e semântica que demorou onze anos a fazer, dado o ritmo de estalactite a que produzimos texto desconexo sem cair na desconexão do texto.

Mais Notícias do Pensamento Desconexo

de João Habitualmente

ISBN: 9789897430572
Editor: Edita-Me
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789897430572
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habitualmente gosto muito

antónio josé cravo

habitualmente o joão delicia-nos com a sua poesia e as suas crónicas, estas de um pensamento "desconexo". habitualmente gosto muito do que o joão escreve, só não gosto do que ainda não li e falta-me pouco. quanto a este livro diria "a não perder". aliás, como habitualmente

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Textos originalmente desconexos

Joana

Um livro composto por dezenas de pequenos textos e poemas nos quais João Habitualmente aborda com humor e sátira temas tão variados e desconexos que vão desde a importância histórica da maçã ao casamento do homem aranha. Um livro divertido e inteligente.

João Habitualmente

João Habitualmente nasceu no Porto em 1961 e vive em Gaia. Publicou os primeiros textos na revista Pé-de-Cabra em 1984, onde era Célio Lopes na prosa e João Habitualmente na poesia. Com o fim da revista em 1992 desaparecia também o Célio Lopes. Em 1994 surgem os dois primeiros livros de poesia, Os sons parados e Agradecemos (reunidos no mesmo volume) e o último em 2016, Poemas físicos da frente para a retaguarda na curva interior da estrada. Pelo meio aparecem Os animais antigos (2006), De minha máquina com teu corpo (2010) e Poemas em peças (2014). Da participação em obras coletivas destacam-se Diga 33 – os poetas das Quintas de Leitura (2008), Antologia da cave – 25 anos de poesia no Pinguim café (2013) e As vozes do silêncio (2017).
O seu percurso mostra no entanto desobediência aos géneros literários, recusando a fidelidade a algum deles. É assim que publica conto (Os pulsos fistréticos – contos maléficos, 2016), microficção (Notícias do pensamento desconexo, 2003 e Mais notícias do pensamento desconexo, 2014), diário (Coisas do arco da ovelha – pequeno tratado do banal familiar, 2014), cadernos de viagem (Pelo Rio abaixo – crónica duma cidade insegura, 2001) e crónica jornalística (Escrita perecível, 2007). Estes dois últimos têm a assinatura de Luís Fernandes, mais próximos que estão da atividade profissional do autor enquanto psicólogo e especialista do comportamento desviante, área que ajudou a fundar em Portugal, e enquanto cronista de imprensa (O Comércio do Porto no final dos anos 90 e O Público entre 2002 e 2006).

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