Maigret Tend Un Piège

de Georges Simenon
idioma: francês
Editor: HACHETTE FLE, Janeiro de 2003 ‧
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Lecture facile, une collection de lecture en français pour se divertir, s'enrichir, perfectionner ses connaissances en langue, en littérature et en civilisation. Cette collection comprend trois niveaux de langue : (jaune) facile de 500 à 900 mots (rouge) moyen de 900 à 1500 mots (verte) avancé de 1500 mots et plus Un dossier pédagogique à la fin propose des activités stimulantes qui permettent de contrôler la lecture de l'oeuvre, et des pages culturelles. " Depuis six mois, cinq femmes ont été tuées à Montmartre. Maigret, le célèbre inspecteur à la pipe, parviendra-t-il à découvrir l'assassinoe" Un dossier pédagogique à la fin de l'ouvrage propose des activités stimulantes qui permettent de contrôler la lecture de l'oeuvre, et des pages culturelles.

Maigret Tend Un Piège

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782011552402
Editor: HACHETTE FLE
Data de Lançamento: Janeiro de 2003
Idioma: Francês
Dimensões: 210 x 295 x 15 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: Lecture Facile Fle
Classificação Temática: Livros em Francês > Ensino e Educação > Francês Língua Não Materna
EAN: 9782011552402

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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