Maigret Entre En Scène

de Georges Simenon
idioma: francês
Editor: OMNIBUS, abril de 2009 ‧
22,05€
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Maigret entre en scène Train de nuit, La Jeune Fille aux perles, La Femme rousse, La Maison de l'inquiétude, L'Homme à la cigarette. Le 20 février 1931 à Montparnasse, un bal « anthropométrique » donnait au Tout-Paris l'occasion de célébrer la naissance du commissaire Maigret. Nombre de ses admirateurs ignorent aujourd'hui encore que Maigret était né clandestinement un an plus tôt dans quatre romans publiés par Simenon sous divers pseudonymes. Avant ceux-ci, l'homme à la pipe avait fait l'objet d'une longue et obscure genèse dans laquelle vingt-sept personnages ont contribué à préparer et préciser la personnalité du plus célèbre des enquêteurs du roman policier. Dans L'Homme à la cigarette, paru en 1931, le nom de Boucheron pourrait être remplacé par celui de Maigret tant ils se ressemblent. Edition établie et présentée par Francis Lacassin

Maigret Entre En Scène

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782258079588
Editor: OMNIBUS
Data de Lançamento: abril de 2009
Idioma: Francês
Dimensões: 210 x 295 x 15 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: Polars De France
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Policial e Espionagem
Livros em Francês > Literatura > Thriller
EAN: 9782258079588

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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