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Maigret Arma uma Ratoeira

de Georges Simenon
Editor: Relógio D'Água, setembro de 2018 ‧
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Em poucos meses, cinco mulheres solitárias foram assassinadas em Montmartre.
Maigret decide anunciar a prisão de um falso culpado para levar o assassino a manifestar-se de novo.
A armadilha resulta, mas mesmo assim é preciso compreender os motivos do assassino.

Maigret Arma uma Ratoeira

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896416829
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: setembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 234 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Crime Imperfeito
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789896416829

O toque de Simenon

Rui Teixeira

Simenon desenvolve uma narrativa em torno do seu "herói" paradigmático, o Inspector Maigret. Nesta obra temos a possibilidade de nos deleitarmos com dois talentos ímpares: o carisma literário de Simenon, escritor ainda por descobrir por muitos leitores em Portugal, e o carisma da personagem Maigret. Tal conjugação de factores consubstancia um livro riquíssimo e altamente recomendável.

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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