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Editor: Tinta da China, fevereiro de 2021 ‧
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Este volume integra as comemorações dos 20 anos da transferência da soberania de Macau para a República Popular da China, que encerrou o longo ciclo imperial português e libertou a China de duas humilhações: as soberanias estrangeiras em Hong Kong e em Macau, onde o período de transição política durará até 2049.

Macau sempre se caracterizou pela capacidade de acomodar mudanças e, tal como um frágil edifício de bambu resistindo à força do tufão, conseguiu chegar a 2020 mantendo a sua diferença e alimentando a sua especificidade. De facto, a partir da Declaração Conjunta (que definiu a transição de soberania), as duas comunidades, chinesa e portuguesa, aproximaram-se e Macau reforçou ainda mais a sua feição multicultural. Em 1987 a língua chinesa tornou-se oficial e, ao mesmo tempo, o ensino da língua portuguesa ganhou um fôlego nunca antes visto.

Os anos de transição para a soberania chinesa foram empolgantes e dramáticos. A questão da identidade macaense tornou-se mais premente à medida que o calendário avançava, e a literatura de Macau, de múltiplas feições linguísticas, entrou também nesse debate. Este livro desvenda a recente história literária de um território que tem vindo a reconstruir identidades plurais e inclusivas, testemunhando o emaranhado de formas de viver, falar e pensar que desde o século XVI identificam este lugar.

Macau: Novas Leituras

de Ana Paula Laborinho, Marta Pacheco Pinto, Ariadne Nunes e Gonçalo Cordeiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896715939
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: fevereiro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 213 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português
Livros em Português > Literatura
Livros em Português > Literatura > Ensaios
Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789896715939