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Louvor e Simplificação de Mário Cesariny
Editor:
Documenta, novembro de 2024 ‧
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SINOPSE
José Manuel dos Santos: «Seguindo-lhe o exemplo com Álvaro de Campos, este livro louva e simplifica Mário Cesariny, porque não há louvor nosso a ele que não seja simplificação dele a nós.»
O vulto vivo e visível de Mário Cesariny atravessa este livro como atravessou a vida que ele viveu com perigo e fulgor. A sua figura percorreu também a vida de todos aqueles que o olharam com intensidade e espanto. Esses reconheceram no seu olhar uma grande razão que exige o amor, a liberdade e a poesia que tornam o mundo mais habitável e a respiração livre e aberta a um oxigénio mais puro.
No que escreveu e no que pintou, Cesariny fez da sua vida um ímpeto implacável, poético, contra os poderes da morte sobre a vida e contra o domínio do estreitamento do mundo sobre a sua vastidão. Seguindo-lhe o exemplo com Álvaro de Campos, este livro louva e simplifica Mário Cesariny, porque não há louvor nosso a ele que não seja simplificação dele a nós. O que escrito por mim neste livro se publica fala do poeta, do pintor e do amigo — três pessoas numa só. Às vezes, as minhas palavras encontram as suas palavras, assim o baixo da montanha se eleva e engrandece no seu cume.
Esses textos são ora seguidos, ora guiados pelas imagens que nos trazem Cesariny com a sua altura, feita de lucidez e imaginação, curiosidade e criação, amargura e encantamento. Vemos a nitidez ardente destas imagens e agradecemos a arte dos fotógrafos que deram ao instante de um gesto a sua desconhecida eternidade.
Entre a primeira e a última página deste livro-tributo está o grande poeta-mago-autor do Manual de Prestidigitação em corpo e alma, em figura e símbolo, em vestígio e evidência.
Isto é: está Mário Cesariny à nossa espera e estamos nós à espera dele. É nesse encontro que o fazemos nosso, sabendo, afinal, que ele será sempre, como o Zaratustra de Nietzsche, de todos e de ninguém.
[José Manuel dos Santos]
No que escreveu e no que pintou, Cesariny fez da sua vida um ímpeto implacável, poético, contra os poderes da morte sobre a vida e contra o domínio do estreitamento do mundo sobre a sua vastidão. Seguindo-lhe o exemplo com Álvaro de Campos, este livro louva e simplifica Mário Cesariny, porque não há louvor nosso a ele que não seja simplificação dele a nós. O que escrito por mim neste livro se publica fala do poeta, do pintor e do amigo — três pessoas numa só. Às vezes, as minhas palavras encontram as suas palavras, assim o baixo da montanha se eleva e engrandece no seu cume.
Esses textos são ora seguidos, ora guiados pelas imagens que nos trazem Cesariny com a sua altura, feita de lucidez e imaginação, curiosidade e criação, amargura e encantamento. Vemos a nitidez ardente destas imagens e agradecemos a arte dos fotógrafos que deram ao instante de um gesto a sua desconhecida eternidade.
Entre a primeira e a última página deste livro-tributo está o grande poeta-mago-autor do Manual de Prestidigitação em corpo e alma, em figura e símbolo, em vestígio e evidência.
Isto é: está Mário Cesariny à nossa espera e estamos nós à espera dele. É nesse encontro que o fazemos nosso, sabendo, afinal, que ele será sempre, como o Zaratustra de Nietzsche, de todos e de ninguém.
[José Manuel dos Santos]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895681815 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | novembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 172 x 244 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 192 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789895681815 |
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