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Livre como uma Nuvem

de Bai Bing; Ilustração: Yu Rong
idioma: português, chinês
Editor: Trinta por uma linha, maio de 2025 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Distinguido com a Maçã de Ouro da Bienal de Ilustração de Bratislava, este volume inaugura uma coleção destinada a divulgar entre nós livros ilustrados de grande qualidade oriundos da China. Livre como uma nuvem resulta da experiência de vida da ilustradora e combina elementos e técnicas das artes visuais ocidentais e orientais.

A história, aparentemente simples, mas cheia de significado, retrata o dilema de um pássaro que, mesmo estando rodeado de todas as comodidades, sente que algo lhe falta, dando, assim, forma e voz a desejos universais, que transcendem povos e culturas.

Livre como uma Nuvem

de Bai Bing; Ilustração: Yu Rong

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899260016
Editor: Trinta por uma linha
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português, Chinês
Dimensões: 290 x 251 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Coleção: Séries Traduções
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 9789899260016

SOBRE O AUTOR

Bai Bing

Bai Bing editor-chefe da Jieli Publishing House, também é autor. Escreveu mais de 30 títulos desde a adolescência, incluindo os livros ilustrados "Papai, Não Tenha Medo"; "Livre como uma Nuvem"; e "A Árvore-Guarda-Chuva"; e os títulos para jovens "A Estátua de Drame" e "Jasmim Branco". Bai inspira-se nas obras de diversos autores, desde William Golding, Maxim Gorky e Rabindranath Tagore até escritores chineses como Bing Xin e Jin Bo. "Leio todos os tipos de obras, incluindo A Teia de Charlotte, Vinte Mil Léguas Submarinas e contos de fadas russos", diz Bai. "Com essas obras e autores, aprendo a observar o mundo da perspetiva de uma criança e a utilizar o poder das palavras para contar uma história".
Autenticidade e singularidade são as duas qualidades que Bai procura nas suas obras. "Se for um livro ilustrado, procuro que a linguagem seja simples, mas interessante", diz Bai, que se esforça para criar histórias que permaneçam relevantes. "Se for um poema, busco a beleza da linguagem e do ritmo. E se for um livro para jovens, busco originalidade e palavras impactantes".
Escrever faz parte da vida já agitada de Bai, repleta das exigências de um emprego em tempo integral na Jieli. "Escrevo sempre que consigo um tempinho - durante voos longos, no comboio, no meu quarto de hotel, durante o feriado prolongado do Ano Novo Chinês", diz Bai. "Ou gravo os meus pensamentos no meu smartphone e transcrevo-os depois. Mas há sempre tempo para escrever, se a pessoa tiver determinação suficiente".

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