Lisboa, Porta do Mundo - Lisboa, Porta de Mim
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Âncora Editora, abril de 2026 ‧
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SINOPSE
Em Lisboa, Porta do Mundo - Lisboa, Porta de Mim, José Fanha regressa aos locais da cidade que percorreu desde a infância até ao nascimento do seu primeiro filho, e que o marcaram de uma ou outra forma. Desde o Arco do Cego, onde nasceu em 1951 e viveu parte da infância, ao Colégio Militar, cujas portas se lhe franquearam aos 10 anos de idade, até à Escola Superior de Belas-Artes, na qual se tornou arquitecto, e ao Ministério da Educação, o seu primeiro local de trabalho.
Revisita jardins, cafés e lojas, cinemas e teatros, esquinas e escadas, becos e ruelas, as gentes, os cheiros, os sons e as cores desta cidade que é «mãe, mãezinha, amante, canalha, fadista, […] antiga e moderna», como escreve no Prefácio. Nesta poesia em prosa, o autor recorda também os seus. A mãe, que o criou, a avó Bertha (assim, com tê agá), que o ajudou a criar, o pai ausente em Moçambique, os professores e colegas do Colégio Militar, as namoradas, os amigos de aventuras e desventuras.
Eram tempos conturbados, aqueles. Tempos de ditadura, de repressão, de guerra, de obscurantismo e de medo, mas também de luta, de esperança, de amor, de resistência e de ousadia. É nos palcos, na poesia e nas cantigas de resistência que se descobre e encontra outros que, como ele, almejam a liberdade: Zeca Afonso, Ary dos Santos, Raúl Calado, José Carlos Vasconcelos, e tantos outros. E a liberdade chegou. O 25 de Abril de 1974, vivido com intensidade e emoção, apanhou com 23 anos.
Torna-se muito conhecido pela sua participação no concurso A Visita da Cornélia, da RTP. Percorre o país celebrando os novos tempos, num ambiente de festa e liberdade. Participa na construção de um novo país, que se quer mais justo, livre, e fraterno.
Revisita jardins, cafés e lojas, cinemas e teatros, esquinas e escadas, becos e ruelas, as gentes, os cheiros, os sons e as cores desta cidade que é «mãe, mãezinha, amante, canalha, fadista, […] antiga e moderna», como escreve no Prefácio. Nesta poesia em prosa, o autor recorda também os seus. A mãe, que o criou, a avó Bertha (assim, com tê agá), que o ajudou a criar, o pai ausente em Moçambique, os professores e colegas do Colégio Militar, as namoradas, os amigos de aventuras e desventuras.
Eram tempos conturbados, aqueles. Tempos de ditadura, de repressão, de guerra, de obscurantismo e de medo, mas também de luta, de esperança, de amor, de resistência e de ousadia. É nos palcos, na poesia e nas cantigas de resistência que se descobre e encontra outros que, como ele, almejam a liberdade: Zeca Afonso, Ary dos Santos, Raúl Calado, José Carlos Vasconcelos, e tantos outros. E a liberdade chegou. O 25 de Abril de 1974, vivido com intensidade e emoção, apanhou com 23 anos.
Torna-se muito conhecido pela sua participação no concurso A Visita da Cornélia, da RTP. Percorre o país celebrando os novos tempos, num ambiente de festa e liberdade. Participa na construção de um novo país, que se quer mais justo, livre, e fraterno.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895910519 |
| Editor: | Âncora Editora |
| Data de Lançamento: | abril de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 230 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 229 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789895910519 |