Lisboa no Ano 2000
Uma antologia assombrosa sobre uma cidade que nunca existiu
SINOPSE
Bem-vindos à maior cidade da Europa livre, bem longe do opressivo império germânico. Deslumbrem-se com a mais famosa das jóias do Ocidente! A cidade estende-se a perder de vista. O ar vibra com a melodia incansável da electricidade.
Deixem-se fascinar por este lugar único, onde as luzes nunca se apagam, seja de noite, seja de dia. Aqui, a energia eléctrica chega a todos os lares providenciada pelas fabulosas Torres Tesla.
Nuvens de zepelins sobem e descem com as carapaças a brilhar ao sol. Monocarris zumbem por todo o lado a incríveis velocidades de mais de cem quilómetros à hora. O ar freme com o estímulo revigorante da electricidade residual. Bem-vindos ao século XX!
Lisboa no Ano 2000 recria uma Lisboa que nunca existiu. Uma Lisboa tal como era imaginada, há cem anos, por escritores, jornalistas, cientistas e pensadores. Mergulhar nesta Lisboa é mergulhar numa utopia que se perdeu na nossa memória colectiva.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896374778 |
| Editor: | Saída de Emergência |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 229 x 29 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 448 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura Fantástica
|
| EAN: | 9789896374778 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma premissa interessante, uma execução imperfeita
João Cotrim
A ideia é interessante - pegar num bando de jovens aficionados de ficção científica e pô-los a escrever sobre Lisboa no ano 2000 sob o ponto de vista de imaginações 100 anos mais novas. Inspirado nos escritos futuristas de autores do século XIX e princípio do século XX como Salgari, Verne ou mesmo o português Melo de Matos, o esforço não é fácil, é complicado esquecer 100 anos de evolução tecnológica para engendrar um futuro com base apenas naquilo que se conhecia em 1900. Alguns contos sucedem, outros não, o que faz desta uma antologia extremamente desequilibrada (apanágio de tantas outras). Notando-se que têm todos o mesmo ponto de partida, nas suas diferenças desconjunta-se todo o universo que estavam a tentar criar. Do ponto de vista meramente estilístico, em geral não há aqui grande literatura. Nestes dois pontos, salvam-se os contos do organizador João Barreiros (que tem mais unhas para isto que o resto). Em suma, é um livro com um outro conto que entretém, mas não me parece que valha a pena ler estes pastiches a menos que se tenha esgotado a leitura dos seus inspiradores originais.
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