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Lilith - A Mulher Primordial

O Feminino e o Sagrado

de Rosa Leonor Pedro
Editor: Zéfiro, Janeiro de 2020 ‧
19,90€
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A cisão arquetípica do feminino: anjo e demónio.

O nosso mundo ocidental encontra-se dominado e dividido por uma dicotomia profunda da Mulher que tem a sua origem na Bíblia, portanto desde há cerca de 5 mil anos. Tudo o que é anterior foi votado ao esquecimento e ao descrédito, vive nos escombros da nossa memória colectiva.

Lilith é a Primeira Mulher, aquela que foi banida da história do homem porque não aceitou o seu domínio e foi perseguida como um demónio. Só após a rebelião desta Mulher Original é que surgiu Eva, a partir da costela de Adão. Foi a esta mulher inferior que a Serpente do Paraíso deu a comer a maçã do conhecimento. Mas essa Serpente não era senão Lilith, a parte da mulher que ficaria para sempre reduzida à sua sombra e condenada a viver no exílio da nossa psique, enquanto Eva serviria o homem e a comunidade patriarcal, sujeita às suas leis e às suas normas.

O trabalho da mulher consciente da sua cisão deve ser encontrar a totalidade em si mesma, realizar-se enquanto mulher integral, abandonar a visão da mulher secularmente dividida em duas e que vive uma crucificação de si mesma. Esta divisão manifestou-se mais tarde sob a forma de Maria, a Virgem Mãe no altar, e Maria Madalena, a pecadora: a santa e a prostituta. A mulher comum sofre este dilema e, quando julga ter entrado no mundo da espiritualidade, cai na armadilha da realização espiritual, não tendo integrado a totalidade da sua psique, sofrendo assim desestruturações graves no plano mental e emocional (histeria, bipolaridade, fibromialgia, depressões, etc., e todo o tipo de doenças auto-imunes e psicossomáticas).

Tal acontece devido a uma rejeição sistemática e sistémica da sua natureza fulcral enquanto mulher matriz e telúrica, ligada ao instintivo, ao sensual-sexual-mediúnico, que são inibidos pelo crivo da moral judaico-cristã que a condena, arriscando-se a nunca mais se encontrar na sua totalidade, continuando a anular a parte do seu ser que é a Mulher Original, ligada à Terra-Mãe e ao culto da Deusa, o que, em última análise, é prejudicial para a evolução do próprio planeta.

Sem uma verdadeira identidade feminina de base, a Mulher Cálice, a Rainha e a Musa, jamais se encontrará na sua plenitude. Só através da integração do Princípio Masculino e do Feminino poderão os homens e as mulheres realizar-se, estando ambos conscientes das suas diferenças a nível biológico e psíquico. À mulher que assim o permitir, este livro poderá acender o fogo de Lilith e a consciência da Mulher Primordial, Aquela que pode verdadeiramente transformar o mundo!

Lilith - A Mulher Primordial

O Feminino e o Sagrado

de Rosa Leonor Pedro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896771744
Editor: Zéfiro
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 231 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Coleção: Triskel
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789896771744

Repetitivo

Carla Sampaio

Achei o livro muito repetitivo e sem coerência, como bem a autora declara no final do livro. Igualmente uma emotividade desnecessária nas palavras, transversais a outros temas, quando poderia existir uma neutralidade na apresentação do tema. Talvez usar de pragmatismo na exposição do tema seria benéfico. Estava muito interessada no tema e saí desiludida.

Importante leitura!

RM

Quem chegar até este livro, assim que começar a ler vai sentir que esta “história” já pertencia ao seu inconsciente. Recomendo a leitura deste livro a todas as mulheres. É uma viagem até ao início do nosso Ser. É um resgate à nossa essência como Mulher e traz uma compreensão de muitos dos problemas que temos na vida e na sociedade.

Lillith

Maggie Rebelo

Livro muito interessante, sobre a história da mulher primordial. Gostei muito.

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