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Leurs Mains Sont Bleues

de Paul Bowles
idioma: francês
Editor: POINTS, abril de 1995 ‧
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Les voyages seraient-ils une tentative de comprendre le monde en même temps qu'une quête de soi ? pour paul bowles, qui épuisa la planète dans les années cinquante avant de s'installer définitivement à tanger, il s'agissait aussi d'aller à la rencontre de la diversité des hommes et des cultures avant que l'occident ne les ronge. De ceylan à tanger, en turquie, dans les souks de la corne d'or, au coeur de l'absolu saharien, paul bowles a redigé ce carnet de voyages comme un itinéraire géographique et littéraire, un ensemble de relevés fragmentaires baignés de lumière et de musique. on ne saurait trouver plus bel " état des lieux " de notre terre.

Leurs Mains Sont Bleues

de Paul Bowles

Propriedade Descrição
ISBN: 9782020246361
Editor: POINTS
Data de Lançamento: abril de 1995
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Civilisations Et Societes
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782020246361

SOBRE O AUTOR

Paul Bowles

Paul Bowles nasceu em Queens, Nova Iorque. Aprendeu a ler aos quatro anos e manteve diários escritos e desenhados desde essa idade. Com nove anos, começou a estudar teoria da música, canto e técnicas de piano. A partir de 1928, frequentou a Universidade da Virgínia e, em 1929, iniciou-se nas viagens, passando uma temporada na Europa. Voltou a Paris em 1931, onde conviveu com Gertrude Stein, Jean Cocteau e Ezra Pound; continuou por Berlim, onde se tornou amigo de Christopher Isherwood e visitou Kurt Schwitters em Hanôver. Foi também nesse ano que viajou pela primeira vez até Tânger, onde viveu grande parte da vida e acabou os seus dias. Em 1937, Bowles conheceu a escritora Jane Auer, com quem partiu de imediato em viagem para o México e com quem se casou no ano seguinte. Mantiveram um casamento aberto, por vezes turbulento, com viagens ora a uni-los ora a separá-los, até à morte de Jane Bowles, em 1973. Nos anos 50, vivendo grandes períodos no Norte de África, Bowles conheceu o marroquino Ahmed Yacoubi, que se tornou seu companheiro íntimo nas décadas que se seguiram e em muitas viagens. Esses anos foram também marcados pela visita e permanência das principais figuras da Beat Generation em sua casa, em Tânger.

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