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Lettres De Mon Moulin

de Alphonse Daudet
idioma: francês
Editor: AUBERON, Janeiro de 2005 ‧
15,90€
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" C'est de là que je vous écris, ma porte grande ouverte, au bon soleil. Un joli bois de pins tout étincelant de lumière dégringole devant moi jusqu'au bas de la côte. A l'horizon, les Alpilles découpent leurs crêtes fines... Pas de bruit... A peine, de loin en loin, un son de fifre, un courlis dans les lavandes, un grelot de mules sur la route... Tout ce beau paysage provençal ne vit que par la lumière. Et maintenant, comment voulez-vous que je le regrette votre Paris bruyant et noir ? Je suis si bien dans mon moulin ! C'est si bien le coin que je cherchais, un petit coin parfumé et chaud, à mille lieues des journaux, des Fiacres, du brouillard !. Et que de jolies choses autour de moi ! Il y a à peine huit jours que je suis installé, j'ai déjà la tête bourrée d'impressions et de souvenirs... "

Lettres De Mon Moulin

de Alphonse Daudet

Propriedade Descrição
ISBN: 9782844980786
Editor: AUBERON
Data de Lançamento: Janeiro de 2005
Idioma: Francês
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Liv'Poche ; Roman Suspense
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782844980786

SOBRE O AUTOR

Alphonse Daudet

Alphonse Daudet (Nîmes, 1840–Paris, 1897) foi um romancista, poeta e dramaturgo francês.
Por dificuldades financeiras familiares, interrompeu os estudos no liceu de Lyon para trabalhar como vigilante de um colégio. Com a ajuda do irmão, aos 18 anos vai para Paris, dando início à sua vida literária. Tendo já publicado uma coletânea de versos (Les Amoureuses, 1858), consegue emprego no Le Figaro e como secretário do Duque de Morny, ministro de Napoleão III. Em 1862 lança um volume de contos, Le Roman du Chaperon Rouge. Torna-se íntimo de Goncourt e Emile Zola.
Em 1866, publica Lettres de Mon Moulin, que coloca Daudet como um dos grandes escritores do seu tempo.
Alistou-se e defendeu Paris (1870) durante o cerco das tropas prussianas à cidade (Guerra Franco-Prussiana), adquirindo experiência bélica. Por problemas de saúde, viajou pela Argélia, onde se inspirou para escrever Tartarin de Tarascon, em 1872.
A seguir escreveu dois romances de grande valor literário, Fromont Jeune et Risler Ainé (1873, premiado pela Academia Francesa) e Jack (1876), este o mais comovente e realista dos seus romances. Filiou-se na escola naturalista, produzindo obra variada e satírica, retratando as personagens da vida parisiense.
Morreu em 1897, depois de anos de sofrimento, causado por doença cerebral. Está sepultado no Cemitério de Père-Lachaise (Paris).

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