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Les Rêveries Du Promeneur Solitaire

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: francês
Editor: HONORE CHAMPION, março de 2010 ‧
10,94€
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Dernier volet inachevé de la trilogie des oeuvres autobiographiques de Rousseau, Les Rêveries du promeneur solitaire se définissent par leur titre même. L'auteur s'y nomme comme dromomane et comme solitaire. Il n'est plus le Citoyen, mais un homme abandonné de tous ses anciens amis dont il s'est volontairement éloigné. Ses dix " Promenades " oscillent entre la quête d'un bonheur permanent - impossible - et son imagination farouche qui lui fait voir une toile d'araignée tissée pour le prendre au piège. De fait, ses " rêveries " sont des méditations qui se succèdent presque sans ordre, au jour le jour, dans un " informe journal " qui s'inscrit comme un chef-d'oeuvre d'écriture.

Les Rêveries Du Promeneur Solitaire

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9782745320339
Editor: HONORE CHAMPION
Data de Lançamento: março de 2010
Idioma: Francês
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Histoire Et Archives
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782745320339

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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