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Le Tramway

de Claude Simon
idioma: francês
Editor: MINUIT, março de 2001 ‧
13,44€
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Un tramway relie une ville de province à la plage voisine, distante d'une quinzaine de kilomètres. Aux heures matinales, il fait accessoirement office de ramassage scolaire. ses allées et venues d'un terminus à l'autre entre les ondulations des vignes ponctuent le cours des vies, avec leurs menus ou cruels événements. les lieux où se déroule l'action sont principalement le bord de mer, une maison de campagne, la ville qui peu à peu se modernise, un court de tennis. dans sa fragilité, la vie s'acharne par ailleurs à poursuivre son cours à travers les dédales des couloirs et des pavillons d'un hôpital, et d'infimes coïncidences amènent parfois les deux trajets à se confondre.

Le Tramway

de Claude Simon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782707317322
Editor: MINUIT
Data de Lançamento: março de 2001
Idioma: Francês
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Roman Francais Minuit
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782707317322

SOBRE O AUTOR

Claude Simon

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1985

Escritor de nacionalidade francesa nascido a 10 de outubro de 1913, em Antananarivo, a capital da Ilha de Madagáscar, e falecido a 6 de julho de 2005, em Paris. O seu pai, um oficial do exército, foi abatido um ano depois do nascimento do seu filho, logo no início da Primeira Guerra Mundial. A mãe decidiu então regressar ao seu país natal, para junto da sua família, levando consigo Claude Simon, que cresceu em Perpignan, nos Pirenéus franceses.
Terminando a escola primária, Claude Simon partiu para Paris, onde ingressou como aluno interno no Collége Stanislas. Sonhando com uma carreira naval, passou pelo Lycée Saint-Louis, mas acabou por trocar a marinha pela pintura, fazendo a sua aprendizagem com o Mestre André Lhôte, que o conseguiu encaminhar através das mais reputadas universidades britânicas, Oxford e Cambridge.
Após a estadia em Inglaterra, Claude Simon procurou viajar o mais possível, visitando países como a ex-União Soviética. De regresso, alistou-se no exército, cumprindo uma comissão entre 1934 e 1935. Envolveu-se depois no fornecimento de armas às tropas republicanas durante a Guerra Civil de Espanha.
Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, regressou ao seu antigo regimento e, enquanto combatia na Batalha do Meuse, em 1940, foi capturado pelos alemães e feito prisioneiro de guerra. Conseguindo escapulir-se ao fim de algum tempo, juntou-se à Resistência Francesa. Após a guerra dedicou-se à produção vitivinícola, tornando-se também escritor.
Publicou o seu primeiro romance em 1945, com o título Le Tricheur, mas foi o aparecimento de Le Vent (1959) que lhe concedeu renome a nível internacional, talvez devido ao facto de empregar uma técnica narrativa inovadora que caracterizou a sua obra posterior, observando um acontecimento através de várias personagens. Simon passou então a ser conhecido como um representante do chamado nouveau roman. Em 1958 surgiu L'Herbe, romance em que a ação parece ter estagnado. Desenrolando-se no período da ocupação da França pelas tropas alemãs, a obra dá grande atenção aos detalhes visuais. O volume teve uma continuação, La Route des Flandres (1960), que trata das recordações do próprio Claude Simon enquanto prisioneiro de guerra.
No ano de 1971 foi a vez de Les Corps Conducteurs, a que se seguiram, entre outras obras, Les Géorgiques (1981), inspirada no trabalho homónimo de Virgílio, e L'Acacia (1989), romance que reconta a história da sua própria família.
Claude Simon foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1985. Faleceu em Paris, a 6 de Julho de 2005.

Claude Simon. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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