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Le Sentiment De L'Existence ; L'Île St-Pierre 1765

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: francês
Editor: ATELIER DE L'AGNEAU, fevereiro de 2011 ‧
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Poursuivi et condamné pour ses oeuvres "L'Emile" et " Le Contrat Social", Rousseau s'enfuit de pays en pays et trouve un court refuge dans une île dans le lac de Bienne, en Suisse où il formera avec sa femme et le couple des "Receveurs" une petite communauté qu'il quittera parfois pour herboriser ou voguer sur une barque et "rêver". De Rousseau ici réunis:"La cinquième promenade" extraite des "Rêveries du promeneur solitaire" et des extraits de "Correspondance" et "Le Confessions" de l'automne 1765. Ce livre comprend des textes de Rousseau réunis annotés et chroniqués par Françoise Favretto qui publie à la fin une promenade actuelle, en quelques stations : "Le temps gagné, chroniques 2010""Le sentiment de l'existence", expression de Rousseau, rassemble les écrits d'une courte période en automne 1765, où l'auteur a connu ce moment si rare pour tout individu : le bonheur. Depuis, tout a changé bien sûr, l'île est devenue presqu'île et les touristes sillonnent les chemins voire écrasent les fleurs ou cassent avec leurs bateaux les roselières. Elle est aussi habitée par quelques habitants et le "lieu" de Rousseau transformé en hôtel-restaurant.

Le Sentiment De L'Existence ; L'Île St-Pierre 1765

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9782930440323
Editor: ATELIER DE L'AGNEAU
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 90
Tipo de produto: Livro
Coleção: La Nature Humaine
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782930440323

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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