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Le Conformiste

de Alberto Moravia
idioma: francês
Editor: FLAMMARION, fevereiro de 2003 ‧
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Le jeune Marcello grandit, livré à lui même, dans une famille désunie. Le bouillonnement de l'adolescence l'effraie, il se sent traversé par des instincts violents, meurtriers. Terrorisé par le sentiment d'être différent des autres, Marcello décide, une fois adulte, de devenir comme tout le monde, irréprochablement normal. Dans l'Italie de Mussolini, être normal cela veut dire être fasciste. Marcello a mis le doigt dans un engrenage qui le conduira très loin. Relire Le Conformiste dans sa première édition, c'est redonner à ce texte qui a suscité tant d'interprétations une virginité. C'est, enfin, laisser la parole aux mots.

Le Conformiste

de Alberto Moravia

Propriedade Descrição
ISBN: 9782080684417
Editor: FLAMMARION
Data de Lançamento: fevereiro de 2003
Idioma: Francês
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Fiction Etrangere
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782080684417

SOBRE O AUTOR

Alberto Moravia

Alberto Moravia, pseudónimo de Alberto Pincherle, nasceu em Roma, em 1907, numa família próspera de classe média. Ainda criança, adoeceu com tuberculose óssea, tendo passado, ao todo, cinco anos em sanatórios e em casa, entre os 9 e os 17 anos de idade. Talvez este isolamento, que fomentou a voracidade da leitura, explique a precocidade literária do escritor. Colaborou em jornais, ainda muito jovem, e com 22 anos publicou o seu primeiro romance — Os Indiferentes — que teve um grande impacto na atmosfera literária italiana da época. Para tal contribuiu o pendor marcadamente antifascista e antiburguês da obra, no contexto de uma Itália que acabara de assistir à assinatura da concordata entre Benito Mussolini e o Vaticano. Aliás, rapidamente as obras de Moravia viriam a ser proibidas pelo regime ditatorial e colocadas no Índex do Vaticano, por atentarem contra os valores morais e os bons costumes. Por ser oriundo de família judaica e militante de esquerda, viveu nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1941 casou com Elsa Morante, também escritora, e o casamento manteve-se durante quase vinte anos. Regressou a Itália após o conflito e retomou a militância, ao mesmo tempo que aumentava o seu prestígio além-fronteiras e que várias obras suas eram adaptadas ao cinema por grandes cineastas, como Bernardo Bertolucci (O Conformista) e Jean-Luc Godard (O Desprezo). A partir dos anos sessenta, passou boa parte da sua vida em viagens, das quais resultaram, entre outras publicações, Uma Ideia da Índia (Tinta-da-china, 2008) e Cartas do Sahara. Alberto Moravia morreu em Roma, em 1990.

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