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Editor: Letras Lavadas, outubro de 2025 ‧
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Quarto livro de poesia de José Manuel Barroso, Lajes é uma evocação íntima e geográfica da vila homónima e da ilha do Pico, onde memória, paisagem e tempo se entrelaçam em gesto poético.

Dividido em oito secções — … E num declive o mar, Isso eu hei-de contar mais tarde, Fernão Álvares Evangelho, Lugares, E o corpo do tempo corre impetuoso, Fagulhas, Ossos e Dedicatórias — o livro constrói um mapa lírico onde o mar, a história local e os corpos em trânsito se tornam matéria de escrita e de pertença.

Entre o íntimo e o coletivo, Barroso convoca vozes, lugares e fragmentos que resistem ao esquecimento, compondo uma cartografia poética de raízes e deslocamentos.

Lajes

de José Manuel Barroso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897356223
Editor: Letras Lavadas
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 195 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 100
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897356223

SOBRE O AUTOR

José Manuel Barroso

Nasceu na Vila das Lajes do Pico, Açores, em 1943. Andou pelo mundo quase todo, como jornalista. Viveu no Alentejo, no Algarve, na Madeira, em Lisboa e no Porto, e em África (Guiné-Bissau). Iniciou-se nas artes do jornalismo no Funchal, no semanário Comércio do Funchal. Depois trabalhou em vários diários de Lisboa, nomeadamente República, Jornal Novo e semanário O Jornal. Ingressou em 1978 na agência de notícias Anop, da qual foi diretor. Foi ainda diretor da agência Lusa da qual foi posteriormente Presidente. Foi também diretor dos diários O Primeiro de Janeiro, no Porto, e Diário de Notícias, de Lisboa.
Como jornalista ganhou o Prémio de Jornalismo, do clube português de imprensa, pelos seus trabalhos sobre a transição portuguesa para a democracia (publicados em livro, Segredos de Abril, com prefácio do Professor José Manuel Medeiros Ferreira). Capitão miliciano na Guiné, durante a guerra colonial, foi assessor de imprensa do comandante/chefe e governador, general António de Spínola – e membro do movimento dos capitães. Foi condecorado com o grau de Grande Oficial da Ordem da Liberdade, pelo Presidente da República, em 2021, na sua qualidade de Capitão de Abril. Começou a escrever poesia durante a pandemia da Covid.
Tem publicados três livros: Se ficares conto-te o meu sonho, Húmus, em dezembro de 2023; Monchique, On Y Va, em 2024; e Se ficares conto-te o meu sonho, seguido de Viagem, Húmus, também em 2024. Ganhou o prémio de conto (+65) da Aveiro Capital Portuguesa da Cultura, em 2024, por voto unânime do júri presidido pelo escritor Gonçalo M. Tavares. Lajes é uma evocação da sua vila e da sua ilha do Pico e o seu quarto livro de poesia, Letras Lavadas, em 2025.

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