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L'Africà

de J. M. G. Le Clézio
idioma: espanhol, catalão
Editor: Edicions 62, outubro de 2008 ‧
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"Durant molt de temps vaig somiar que la meva mare era negra. M'havia inventat una història, un passat, per fugir de la realitat després de tornar d'Àfrica, en aquest país, en aquesta ciutat on jo no coneixia ningú, on m'havia convertit en un estranger. Després vaig descobrir, quan el meu pare, a l'edat de jubilar-se, va tornar a viure amb nosaltres a França, que l'africà era ell. Va ser difícil d'admetre. Em va caldre tornar enrere, recomençar, tractar de comprendre. En record d'això, he escrit aquest petit llibre."Com dos països somiats, anhelats, J.M.G. Le Clézio recrea a L'africà l'experiència radical i formadora d'un doble encontre: l'encontre amb el pare i l'encontre amb Àfrica. Un relat íntim, sensual i sincer que il·lumina tota l'obra del Premi Nobel 2008." Sé que Le Clézio és un escriptor esplèndid, té un munt de coses que m'agraden molt, tant en la vida com en la seva obra." José Saramago"J.M.G. Le Clézio és el novel·lista de la ruptura, de l'aventura poètica i de la sensualitat extasiada, investigador d'una humanitat per sota i per sobre de la civilització actual." Academia Suecaá

L'Africà

de J. M. G. Le Clézio

Propriedade Descrição
ISBN: 9788429762143
Editor: Edicions 62
Data de Lançamento: outubro de 2008
Idioma: Espanhol, Catalão
Encadernação: Capa dura
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788429762143

SOBRE O AUTOR

J. M. G. Le Clézio

NOBEL DA LITERATURA 2008

Escritor e ensaísta francês, Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em 1940, em Nice, sendo originário de uma família com ascendência inglesa e bretã. Viveu ainda nas Ilhas Maurícias, algo que o levou a ganhar o gosto pelas viagens e pelo conhecimento de novos mundos. Aos 23 anos, depois de se ter licenciado em Letras, em Aix-en-Provence, Le Clézio lançou o seu romance de estreia, Le Procès-Verbal, com o qual ganharia, em 1963, o Prémio Renaudot, um dos mais importantes galardões literários do seu país. Em 1980 Jean-Marie Le Clézio recebeu, em França, o prémio Paul Morand para distinguir o conjunto da sua carreira literária. Nesse ano havia lançado aquela que foi considerada a sua melhor obra, o romance Désert, a epopeia de um jovem descendente de tuaregues. Entre as suas restantes obras destacam-se Fièvre, uma coletânea de contos, e os romances Le Déluge, La Quarantaine e Poisson d'Or. A sua obra está pejada de personagens obcecadas pela morte. O escritor coloca o ser humano a enfrentar diversas experiências que lhe proporcionam viver variados tipos de aventuras interiores. Désert aborda uma das grandes preocupações de Le Clézio, as condições de vida dos povos nómadas ameaçados de extinção, assunto que desenvolveu em diversos ensaios. Entre os povos sobre os quais escreveu, e entre os quais viveu, estão os índios do Panamá e os berberes de Marrocos. Entre 1970 e 1974 viveu com os índios emberas, no Panamá, em plena floresta. Le Clézio conheceu estes índios depois de ter estado dois anos no México a prestar serviço militar, período que aproveitou para viajar e visitar as regiões vizinhas. A mulher de Le Clézio é de origem saraui e juntos lançaram em 1993 Gens des Nuages, um ensaio sobre a terra natal dela. As obras de Le Clézio já foram publicadas em alemão, castelhano, chinês, dinamarquês, grego, inglês, japonês, russo e turco, entre outras, fazendo com que seja um dos autores franceses mais traduzidos no mundo. Desde 2002 integra o júri do Prémio Renaudot. Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Jean-Marie Le Clézio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.

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