Labyrinthus

de Casimiro de Brito
Editor: Quasi Edições, abril de 2003 ‧
Uma reedição de um livro de referência que em 1981 venceu o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores. Desperta incontido neste cio O oiro (ciclos de vida) Quando húmida se abre A terra cheia estrume espigas em movimento No poente que de máquinas se Povoa E de corpos abertos embriagados Por tantas regras contra os campos Fecundos e jamais fecundados Por regas regaços d’água Que sempre regressa e sempre se fuga.

Labyrinthus

de Casimiro de Brito

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728632533
Editor: Quasi Edições
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 195 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Uma existência de papel
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789728632533
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Casimiro de Brito

Poeta, ficcionista e fragmentista, nasceu no Algarve em 1938. Começou a publicar em 1957 e, desde então, publicou mais de 70 títulos, em Portugal e em 30 outras línguas. Dirigiu várias revistas literárias, entre elas os «Cadernos do Meio-Dia», com António Ramos Rosa. Esteve ligado ao movimento «Poesia 61». Ganhou vários prémios, nacionais e internacionais, entre eles o Leopoldo Sedar Senghor da Academia Luther King, o Prémio para o Melhor Livro Estrangeiro editado em Itália e o Prémio Mundial de Haikus da World Haiku Association. Foi presidente e fundador do PEN Clube Português e presidente da Association Européenne de Poésie em Lovaina. Incluído em mais de 200 antologias em Portugal e no Estrangeiro. Foi nomeado Embaixador Mundial da Paz em Genebra e foi agraciado com a Ordem do Infante pelo presidente da República.

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