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Lá Vai Uma ... Lá Vão Duas

de Luísa Dacosta; Ilustração: Cristina Valadas
Editor: Edições Asa, Janeiro de 2011 ‧
12,95€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Reedição de um conjunto de três pequenas histórias de Luísa Dacosta, publicado originalmente em 1993 e há muito esgotado, e que agora, com esta 1ª edição na ASA em novo formato e com novas ilustrações da autoria de Cristina Valadas, passa a integrar a colecção de «Obras Completas de Luísa Dacosta para a Infância».

O texto foi distinguido, no seu conjunto, com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças em 1994 e constitui, porventura, um dos mais marcantes da obra infantil da Luísa Dacosta, não só pela sua excepcional riqueza vocabular (a comprovar - se dúvidas houvesse - as raízes transmontanas da Autora) mas também pelas suas referências explícitas, no Posfácio, à infância da Autora e a algumas das personagens (como a sua Mãe) que marcaram esse período da sua vida.

Lá Vai Uma ... Lá Vão Duas

de Luísa Dacosta; Ilustração: Cristina Valadas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892312712
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: Janeiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 249 x 213 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 9789892312712
Idade Mínima Recomendada: Entre 7 e 9

SOBRE O AUTOR

Luísa Dacosta

Luísa Dacosta nasceu em 1927, em Vila Real de Trás-os-Montes. Formou-se na Faculdade de Letras de Lisboa, em Histórico-Filosóficas. Mas as suas "Universidades" foram as mulheres de A-Ver-O-Mar, que murcham aos trinta anos, vivem e morrem na resignação de ter filhos e de os perder, na rotina de um trabalho escravo, sem remuneração, espancadas como animais de carga (-Ele não me bate muito, só o preciso) e que, mesmo afeitas, num treino de gerações,às vezes não aguentam e se suicidam (oh! Senhora das Neves! E tu permites!) depois de um parto, quando o mundo recomeça num vagido de criança! Às mulheres de A-Ver-O-Mar "Deve" a língua ao rés do coloquial. Foi professora do ciclo preparatório e alguma coisa deve também aos alunos: o ter ficado do lado do sonho. Isso a motivou a escrever para crianças. Faleceu a 15 de fevereiro de 2015.

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