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idioma: francês
Editor: EDITIONS CHANDEIGNE & LIMA, Janeiro de 2011 ‧
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La curiosité et l'entêtement sont de bien vilains défauts... Lorsqu'un homme très sûr de lui et "absolument maître de sa volonté" décide de poursuivre une intrigante petite tortue jusqu'au fond de son trou et finit par traverser la terre de part en part, l'absurde n'est jamais très loin. L'auteur José de Almada Negreiros (1893-1970) nous invite ici à réfléchir sur ce qui anime les hommes au jour le jour. Sommes-nous réellement guidés par notre propre volonté ? Jusqu'où peuvent mener l'orgueil et l'obstination ? Que d'enseignements et de questionnements se cachent au fond du trou ! Par sa richesse et sa drôlerie, ce savoureux conte moderniste séduira tous les lecteurs, jeunes et moins jeunes, tout en suscitant réflexions et discussions. Dans la littérature du début du XXe siècle, La tortue étonne par sa savant mélange d'irrationnel, de fabuleux et d'humour propre à l'auteur. Les illustrations originales d'Irène Bonacina viennent apporter une touche d'espièglerie à ce texte tortueusement insolite. Traduit du portugais par Dominique Nédellec. Edition bilingue.

La Tortue

de José de Almada Negreiros

Propriedade Descrição
ISBN: 9782915540673
Editor: EDITIONS CHANDEIGNE & LIMA
Data de Lançamento: Janeiro de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 158 x 169 x 10 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: Crimes Et Chatiments
Classificação Temática: Livros em Francês > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9782915540673

SOBRE O AUTOR

José de Almada Negreiros

Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.

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