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La Nouvelle Du Bon Vieux Et De La Belle Enfant

de Ítalo Svevo
idioma: francês
Editor: ALLIA, setembro de 2011 ‧
3,29€
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Avec humour et ironie, Italo Svevo met en scène les motifs de la vieillesse, de l'amour et de la solitude. Le narrateur, un vieil homme d'une soixantaine d'années, tombe sous le charme de la jeune conductrice d'un tramway de Trieste. Sous couvert d'une philanthropie protectrice, il lui propose un rendez-vous, qu'elle accepte. Le bon vieux et la belle enfant entament une idylle. Malheureusement, cette romance s'interrompt précipitamment lorsqu'il tombe malade. Le vieux se retire et mène une vie de solitaire, jusqu'à ce qu'il découvre la belle enfant aux bras d'un beau jeune homme. Désabusé, il tente de la reconquérir, y parvient, mais c'est bientôt la déception. Il se plonge alors dans l'écriture d'une grande oeuvre sur l'amour et les relations entre les âges.

La Nouvelle Du Bon Vieux Et De La Belle Enfant

de Ítalo Svevo

Propriedade Descrição
ISBN: 9782844854131
Editor: ALLIA
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 91 x 138 x 7 mm
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Tres Petite Collection
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782844854131

SOBRE O AUTOR

Ítalo Svevo

Italo Svevo, pseudónimo do escritor e dramaturgo Aron Hector Schmitz, nasceu em Trieste, cidade do Império Austro-Húngaro à altura, a 19 de dezembro de 1861.
Até aos 18 anos, estudou num colégio interno alemão com os seus irmãos, até que regressou a Trieste, onde continuou a sua formação por mais dois anos, altura em que o pai declara falência e Aron é forçado e procurar um emprego para se sustentar. Ao longo dos vinte anos seguintes, trabalha como bancário no Unionbank de Viena, experiência que o inspirará a escrever, em 1892, o seu primeiro romance, Una Vita, que assinou como Italo Svevo.
A receção à sua obra de estreia foi fraca, não melhorando significativamente quando, em 1898, publicou Senilità.
Pacifista, humanista, defensor do Socialismo-Democrático e, depois da guerra, de uma união económica europeia, irá também colaborar com o periódico socialista L’indipendente, com artigos de opinião neste período.
Em 1896, casa com a prima, Livia Veneziani, e torna-se sócio do negócio de tintas industriais, usadas em navios de guerra, montado pelo sogro. O negócio floresce e é aberta uma sucursal em Inglaterra, onde Svevo viveu parte da sua vida e onde conheceu James Joyce. Esta amizade influenciaria fortemente o futuro de ambos: Svevo seria a inspiração de Joyce para a personagem do clássico modernista Ulisses, Leopold Bloom; e Joyce determinaria a receção da obra mais importante de Svevo, o romance psicológico de forte cariz autobiográfico A Consciência de Zeno, autopublicado em 1923, cujo herói, Zeno Cosini, na sua demanda para se curar do vício do tabaco, não consegue lidar com a ideia de fumar um último cigarro.
A 13 de setembro de 1928, quando regressava com a família das termas de Bormio, não resistiu aos ferimentos causados por um acidente de viação e morreu, aos 66 anos, deixando o seu quarto romance, Il Vechione — a continuação de A Consciência de Zeno — por terminar.

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