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La Musica En Cuba

de Alejo Carpentier
idioma: espanhol
Editor: Libros del Kultrum, maio de 2022 ‧
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Por largo tiempo descatalogada en ultramar, y sin que jamásllegara a ver la luz en España, esta obra resulta de inestimablevalía para asomar el oído a los prodigios que ha ido alumbrandola música cubana a lo largo de su historia ùpor ser, entre otrasmuchas cosas dignas de encomio (y también harto controvertidas),el primer tratado en la materiaù. Desde las apenas perceptibleshuellas del sustrato musical aborigen ùsobre las que seasentara, sin excesiva misericordia, la música sacra colonialùhasta el feliz mestizaje obrado entre la música popular europea ylas diferentes tradiciones de raíz africana, se nos ofrece un instructivorecorrido por los avatares insulares de esta disciplina artística,desde que frailes, buscavidas y negreros pusieran pie en la mayorde las Antillas, hasta los prolegómenos de su difusión y reconocimientomediada la pasada centuria; deteniéndose a las puertasde las extáticas descargas que obrarían las orquestas y conjuntos deafrodescendientes y criollos a fin de reclamar su cachito de gloriaen tan poliédrico paraíso musical. Podría afirmarse, pues, que a laspuertas de dos revoluciones que iban a sacudir los cimientos de laisla: la musical y la política. Revoluciones ambas a las que no fueajeno el devenir del autor de esta obra pionera.A Carpentier, por encargo de Fondo de Cultura Económica en1939, le cupo el honor de ser el primero en emprender ese largoviaje en el tiempo, sin precedente conocido ni parangón, con elpropósito de dar noticia de la génesis de la música cubana hasta1945, año en el que pone fin a este singular paseo por las esenciasde un acervo musical «en cuyas melodías se encuentran y sefunden los elementos, primitivos y refinados, de tres continentes,explorando un rico universo musical cuyos vértices estéticos yemocionales descansan en las tradiciones de cada uno de ellos+,sentenciaría Luis Alvarez.Acaso faltara tiempo entonces para reposar y ponderar todo loaquí tratado, pero, por vez primera, fue posible consultar unmanual en el que no solo se diera cuenta de la labor de ciertasluminarias olvidadas, desde Salas a García Caturla, sino que setrazó una perspectiva muy necesaria de las diversas aportacionesque fueron jalonándose a lo largo de la historia de la músicacubana; reivindicando, a su vez, la fundamental importanciade las contribuciones africanas ùen, dicho sea de paso, un erialhistoriográfico que apenas hacía mención a uno de sus másgrandes tesorosù.
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Wook se escreve em Cuba – Parte II

Depois de, na semana passada, termos apresentado o premiado Leonardo Padura, o desenfreado Pedro Juan Gutiérrez e a resistente e poética Wendy Guerra, olhamos agora para mais quatro grandes escritores que fazem da literatura cubana universal. Esta semana, apresentamos já três dos mais icónicos.

Nota: Este artigo foi originalmente publicado na Revista Wookacontece nº 13, de novembro de 2024   REINALDO ARENAS Reinaldo Arenas (1943-1990), romancista, dramaturgo e poeta dissidente, foi expulso de Cuba e condenado ao exílio. Chegou a publicar sem a autorização da UNEAC (Unión Nacional de Escritores y de Artistas de Cuba), que confiscou e destruiu algumas das suas obras. Vítima das perseguições movidas pelo regime castrista aos homossexuais, e sobretudo por criticar o governo, foi aprisionado num campo de reeducação. Quando, em 1980, pôde finalmente sair de Cuba, acabou por se instalar em Nova Iorque onde, padecendo de sida, se viria a suicidar em 1990.
Arturo La Estrella MÁs Brillante, uma pequena obra-prima, é o seu relato lírico e alucinante enquanto prisioneiro dos campos de reeducação do regime castrista, entre 1974 e 1976, e ao mesmo tempo um testemunho belo e chocante – uma única frase de 110 páginas em que Arenas ficciona a sua experiência dolorosa. Aqui temos homens enlouquecidos pela «realidade intolerável»: uns sucumbem, outros resistem, todos enlouquecem.
A autobiografia de Reinado Arenas, Antes que Anoiteça, adaptada ao cinema em 2000, é um relato que vai desde a infância, quando vivia no quarto dos criados de uma tia que era informadora da polícia, à descoberta da homossexualidade e à sua repressão, aos encontros com outros escritores, às perseguições e fuga, à chegada à América e a desilusão final. Este que é considerado o mais delirante ajuste de contas na literatura cubana, transporta para a ficção os seres meio monstros, meio vítimas que o castrismo fez nascer, ridicularizando-os.
O segundo romance do escritor, O Mundo Alucinante, um dos romances mais audazes do boom latinoamericano, foi proibido por ser considerado uma alegoria subversiva. Nele, Arenas conta a história de Servando Teresa de Mier, o monge travesso e aventureiro que viveu entre os séculos XVIII e XIX e foi perseguido pela sua heterodoxia religiosa. O monge foi banido, preso inúmeras vezes, percorreu a Espanha de Carlos IV e de Godoy, a França de Chateaubriand e de Madame de Staël, a Inglaterra de Lady Hamilton, a Itália, os Estados Unidos e Cuba. Perseguido pelo Santo Ofício, confrontou-se obstinadamente com a tirania colonial espanhola. O brilhantismo de Arenas faz deste um romance de aventuras com uma dimensão fabulosa e tranbordante de vida, marca indelével da sua obra. COMPRO NA WOOK! » Guillermo Cabrera Infante Guillermo Cabrera Infante (1929-2005), romancista, contista, crítico de cinema e ensaísta, foi o mais proeminente escritor cubano a viver no exílio e o mais conhecido porta-voz contra o regime de Fidel Castro. Em 1998, foi-lhe atribuído o Prémio Cervantes. O tom atrevido e inovador com que escreve os seus romances, ensaios, contos e críticas de cinema é descrito como um género híbrido e novo, a “opinião narrativa”.
Tornou-se um escritor renomado com Três Tristes Tigres, um romance que, à maneira de Ulisses, de James Joyce, relata as aventuras de várias personagens jovens na vida noturna pré-revolucionária de Havana – Códac, fotógrafo; Eribó, músico; Silvestre, ator; e Bustrófedon, poeta morto que sobrevive através dos registos das suas experimentações linguísticas. Todos, cativos de uma realidade medíocre e sem futuro. Um livro divertido, repleto de jogos textuais e trocadilhos de todo o género. Mapa Desenhado por um Espião, publicado postumamente, reúne as suas memórias mais políticas, passando pelo seu desencanto perante a Revolução Cubana e a sua decisão de exiliar-se definitivamente. Persona non grata junto do establishment cultural cubano, acabaria por deixar Cuba e estabelecer-se em Londres. COMPRO NA WOOK! » Zoé Valdés Romancista, jornalista e guionista, Zoé Valdés (n.1959) é autora de uma obra que explora temas como a liberdade, o exílio, a repressão e a identidade, em obras como Pájaro Lindo De La Madrugá. Valdés cresceu em Havana, no meio das privações e do controlo apertado da ditadura castrista. O seu desejo de liberdade levou-a a pedir asilo político em França, aos 24 anos, no que seria o início de uma carreira literária frutuosa, em exílio e sempre crítica do regime castrista, espelhada no livro La Intensa Vida. Vive e publica os seus romances em Paris, mas as suas personagens são sempre cubanas. Valdés foi considerada a precursora do sucesso que os escritores cubanos gozam actualmente em todo o mundo. COMPRO NA WOOK! » Alejo Carpentier Além de escritor, Alejo Carpentier (1904-1980) foi jornalista, musicólogo e crítico de arte, tendo vencido importantes prémios como o Cervantes e o Médicis Étranger. Foi o criador do “real maravilhoso” – na sua opinião, é a melhor definição da idiossincrasia do continente americano –, o estilo que ficaria conhecido como realismo mágico. O Reino deste Mundo é uma das suas obras mais importantes, uma história alucinante passada na corte real haitiana do rei Henri Christophe. O livro expõe a luta pela liberdade dos povos escravizados na sociedade haitiana dos séculos XVIII e XIX, e mostra como a conquista de direitos não termina com os processos revolucionários contra os poderes e impérios que subjugam outros povos.
Autor-diplomata, grande amigo de Fidel Castro e da sua revolução, em toda sua obra Carpentier hesitou entre a tentativa de reconciliar a cultura europeia com a América pré-colombiana e o desespero de constatar impossível tal reconciliação. COMPRO NA WOOK! »

La Musica En Cuba

de Alejo Carpentier

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418404153
Editor: Libros del Kultrum
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Espanhol
Dimensões: 135 x 213 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 329
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Música
EAN: 9788418404153

SOBRE O AUTOR

Alejo Carpentier

Alejo Carpentier (Havana, 1904 - 1980) Abordou a realidade americana, descobrindo a magistralidade de um continente onde o maravilhoso se podia encontrar a cada passo. Escritor universal, proporcionou uma nova linha criativa que transcende a sua narrativa, indicando novos caminhos para a literatura. Considerado um dos criadores do Realismo Mágico, foi inspiração para Gabriel García Márquez, e muitos outros escritores latinoamericanos. Jornalista, musicólogo e crítico de arte, Carpentier permitiu uma comunicação entre o velho continente e a América em matéria de cultura. Ganhou prémios como Melhor Livro Estrangeiro, Prémio Mundial Cino del Duca, Honororary Fellow, Prémio Miguel de Cervantes, Prémio Médicis Étranger, o mais alto reconhecimento com que França galardoa os escritores estrangeiros.

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