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La Légende De Baal-Shem

de Martin Buber
idioma: francês
Editor: ROCHER, novembro de 1993 ‧
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Rabbi ben Eliézer, surnommé Baal-Shem (Maître du nom de Dieu) est le fondateur de la secte juive des Hassidim, qui a vu le jour vers le milieu du XVIIIe siècle en Europe de l'Est. Martin Buber ne s'attache pas ici à reconstituer l'existence matérielle de ce rabbi, mais sa légende spirituelle, la relation que vécurent les Hassidim avec Dieu et le monde, légende dont la tradition est née dans d'étroites ruelles, dans des habitations insalubres, chuchotée de bouches balbutiantes à oreilles anxieuses. A travers vingt-cinq récits, c'est toute la foi des Hassidim qui est évoquée de l'intérieur, par un conteur qui se situe dans la chaîne traditionnelle de ceux qui transmettent la Parole. La légende est le mythe du Moi et du Toi, de l'appelé et de l'appelant, du fini qui entre dans l'infini et de l'infini qui a besoin du fini. La légende du Baal-Shem n'est pas l'histoire d'un homme mais l'histoire d'une vocation. Elle ne raconte pas un destin mais une destination. Sa fin est déjà dans son commencement, et un nouveau commencement est dans sa fin.

La Légende De Baal-Shem

de Martin Buber

Propriedade Descrição
ISBN: 9782268016214
Editor: ROCHER
Data de Lançamento: novembro de 1993
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textes Sacres
Classificação Temática: Livros em Francês > Autoajuda > Esoterismo
EAN: 9782268016214

SOBRE O AUTOR

Martin Buber

Martin Buber nasceu em Viena, a 8 de fevereiro de 1878, e faleceu em 1965, em Jerusalém. Terá sido através do seu avô, Salomon Buber, talmudista residente na Galícia (na atual Ucrânia), que se abeirou do Hassidismo. O contacto com a sabedoria hassídica e o aprofundamento dos seus ensinamentos ter-lhe-ão causado uma tão profunda e espiritual comoção que acabaram por lhe determinar os futuros percursos vivenciais e toda a sua posterior atividade de reflexão filosófica, como é notório desde as suas primeiras obras: As Histórias de Rabi Nachman e a Lenda de Baal Schem. Depois de terminar o curso universitário, abraçou também a causa sionista de que era simpatizante, tendo colaborado, como redator, no jornal Die Welt, órgão do movimento. Neste quadro, Buber defendia a criação de um Estado judaico «binacional, israelita-palestino»; em seu entender, um Estado só para os Judeus conduziria à «grande burla moderna». De 1924 a 1933, em Francoforte, dedicou-se ao ensino, a par do estudo do pensamento de alguns filósofos, com especial destaque para Kierkegaard (1813-1855). Em 1938, deixa a Europa para se estabelecer na Palestina, passando a lecionar Ciência Religiosa e Ética Judaicas na Universidade de Jerusalém.

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