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La Fabrique Des Rougon-Macquart Tome 4 ; Édition Des Dossiers Prépartoires

de Émile Zola
idioma: francês
Editor: HONORE CHAMPION, fevereiro de 2009 ‧
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Ce quatrième volume de La Fabrique des Rougon-Macquart présente les dossiers préparatoires d'Au Bonheur des Dames (1883), le roman des Grands Magasins, et de La Joie de vivre (1884), le roman sur la douleur. Ce sont deux oeuvres de la maturité (Zola est né en 1840), deux réponses à la crise de pessimisme qu'il a traversée, en particulier en 1880-1881, à la suite des morts de Duranty, Flaubert et de sa mère, Mme François Zola, et d'une extrême fatigue physique et intellectuelle due à un travail forcené. Ils sont, aussi, un refus des idées de Schopenhauer, qui se répandaient chez ses amis et plus largement en France. Véritable exorcisme, "poème de l'activité moderne", Au Bonheur des Dames est également un documentaire exceptionnel sur un des grands phénomènes de la seconde moitié du XIXe siècle, la création des Grands Magasins. Son dossier nous donne à lire les notes copieuses et très précises que Zola a prises sur leur fonctionnement, leur personnel, leurs clientes, leurs conséquences négatives et positives.

La Fabrique Des Rougon-Macquart Tome 4 ; Édition Des Dossiers Prépartoires

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9782745316851
Editor: HONORE CHAMPION
Data de Lançamento: fevereiro de 2009
Idioma: Francês
Páginas: 1248
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textes Litterature Moderne Contemporaine
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782745316851

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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