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La Estafeta Romantica ("Episodios Nacionales")

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: ALIANZA, fevereiro de 2010 ‧
12,74€
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El gran friso narrativo de los Episodios Nacionales sirvió de vehículo a Benito Pérez Galdós (1843-1920) para recrear en él, novelescamente engarzada, la totalidad de la compleja vida de los españoles -guerras, política, vida cotidiana, reacciones populares- a lo largo del agitado siglo xix. Escrita de forma epistolar, LA ESTAFETA ROMANTICA es un prodigioso retrato de la incidencia de la sensibilidad romántica en España. Galdós no se centra sólo en los ámbitos de las artes y de la literatura, muchos de cuyos representantes aparecen en sus páginas, sino también y sobre todo en aquello que siempre supo tratar magistralmente: la vida cotidiana -en sus cafés, en sus teatros, en sus calles- y el espíritu, las actitudes y decisiones de sus anónimos protagonistas.

La Estafeta Romantica ("Episodios Nacionales")

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420669052
Editor: ALIANZA
Data de Lançamento: fevereiro de 2010
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Coleção: Austral, 1071
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788420669052

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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