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La Doulou

de Alphonse Daudet
idioma: francês
Editor: MERCURE DE FRANCE, novembro de 2007 ‧
5,73€
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Alphonse Daudet contracta la syphilis très jeune, à l'âge de 18 ou 20 ans. Cette maladie, à l'époque incurable, touchait toutes les couches sociales et notamment les jeunes bourgeois amateurs de liaisons amoureuses variées : Baudelaire, Flaubert, Maupassant, Jules de Goncourt, tous ont été frappés. Dans ce texte bref resté longtemps secret - il ne fut publié qu'en 1930, alors que Daudet était mort en 1897 - l'auteur du Petit Chose et des Lettres de mon moulin nous entraîne dans l'implacable parcours du malade au fur et à mesure de l'aggravation des symptômes. La douleur - doulou en provençal - est atroce ; surviennent parfois quelques moments de rémission ; puis la torture reprend. Composé de notations brèves et percutantes, ce « journal intime » rédigé de 1885 à 1895 est un témoignage pudique et bouleversant sur la douleur vécue au quotidien.

La Doulou

de Alphonse Daudet

Propriedade Descrição
ISBN: 9782715228191
Editor: MERCURE DE FRANCE
Data de Lançamento: novembro de 2007
Idioma: Francês
Páginas: 123
Tipo de produto: Livro
Coleção: Manga Glenat
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782715228191

SOBRE O AUTOR

Alphonse Daudet

Alphonse Daudet (Nîmes, 1840–Paris, 1897) foi um romancista, poeta e dramaturgo francês.
Por dificuldades financeiras familiares, interrompeu os estudos no liceu de Lyon para trabalhar como vigilante de um colégio. Com a ajuda do irmão, aos 18 anos vai para Paris, dando início à sua vida literária. Tendo já publicado uma coletânea de versos (Les Amoureuses, 1858), consegue emprego no Le Figaro e como secretário do Duque de Morny, ministro de Napoleão III. Em 1862 lança um volume de contos, Le Roman du Chaperon Rouge. Torna-se íntimo de Goncourt e Emile Zola.
Em 1866, publica Lettres de Mon Moulin, que coloca Daudet como um dos grandes escritores do seu tempo.
Alistou-se e defendeu Paris (1870) durante o cerco das tropas prussianas à cidade (Guerra Franco-Prussiana), adquirindo experiência bélica. Por problemas de saúde, viajou pela Argélia, onde se inspirou para escrever Tartarin de Tarascon, em 1872.
A seguir escreveu dois romances de grande valor literário, Fromont Jeune et Risler Ainé (1873, premiado pela Academia Francesa) e Jack (1876), este o mais comovente e realista dos seus romances. Filiou-se na escola naturalista, produzindo obra variada e satírica, retratando as personagens da vida parisiense.
Morreu em 1897, depois de anos de sofrimento, causado por doença cerebral. Está sepultado no Cemitério de Père-Lachaise (Paris).

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